"mesmo ou principalmente" das elites entreguistas.
Volto, mentalmente, a informação estampada nas páginas de jornais impressos ao redor "da terra plana". Milhares de estupros praticados pelo exército vermelho, durante a ocupação da Alemanha, marcaram o final da segunda grande guerra.
O curioso é que a história não encontrou até hoje, já das forças de paz, qualquer que seja a bandeira ostentada junto a bandeira azul, da ONU? Isto incluí, infelizmente, as forças de paz brasileiras, quer na faixa de Gaza, "Palestina" ou na mais recente, do Haiti. Esta última força de paz. Foi comandada por parte de lideranças da caserna envolvida com a frustrada aventura golpista, que infelizmente, ainda está em curso no Brasil.
Não vamos passar o pano para quem comete crimes, muito menos crimes hediondos. Há em diversas investigações, inclusive realizadas por comissões de justiça, "oitenta" registros de casos desta vil, forma de humilhar uma população, que já foi submetida aos horrores, não só de carnificina, mas, ainda a horrores de uma fome sistêmica, para "garantir" privilégios as forças militares, que no entanto, acabava por se destruir mentalmente, para por em prática, a política de extermínio, posta em prática pelo regime nazista.
Confesso, que nos deparamos com estas informações, éramos um jovem curioso, que nem sonhava em cursar um curso superior, vivíamos, uma feroz ditadura militar, que punia com seções "psicológicas" com os ídolos do bozos, muitas vezes, acabava por alimentar as matas do sítio da morte, na época existente no bairro de Parelheiros. "Para quem está acostumado com as tecnologias de hoje", as xérox, eram chamadas "foto-cópias", ou seja, tinham de ser levadas a um laboratório fotográfico, onde era fotografado e revelado, não tinha como ser retirado de um "aparelho" como a ditadura chamava as casas das pessoas que ousavam a enfrentar os milicos, que ajudaram as elites golpistas tupiniquins, a dar um golpe de Estado, sob os mesmos argumentos de "2016", afastar a inexistente ameaça comunista, que no verdade, suprimiu nossa malha ferroviária, fazendo o Brasil, um refém, "inclusive" das indústrias pneumáticas, sem contar as automobilísticas e petrolíferas, cujo, os capitais investidos eram de financiamento público, que depois veio a ser privatizado.
A verdade, sobre os tais milhares de estupros, é irrelevante, não é razão de estudos, "divulgados" sobre a segunda grande guerra, da mesma forma que pouco se sabe "oficialmente" sobre as violências praticadas pelas forças de paz brasileiras no Haiti. O fato disto não ser de conhecimento público, permite que capitães de nosso exército seja eleito a governador, ou ameace o STF a decretar válida as prisões em segunda instância, principalmente, quando um destes presos, era favorito a ganhar as eleições presidenciais de "2018" que culminou com tantos desmandos, inclusive, mais de setecentas e cinquenta mil mortes. Tal verdade, é bastante útil, principalmente, se for desconhecida.

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