"Oficialmente" falando, a independência do Brasil é comemorada no dia: "09/08", isto só oficialmente, já, que e independência, é um processo, não a data.
Nos anos do ensino fundamental, na minha época, curso primário, uma diarréia, foi literalmente ignorada, e dois focos de heroísmo, falsamente passado e repassado, que forma, que como língua de papagaio, pudéssemos reproduzir. Os focos deste pseudo-heroísmo, focava no príncipe/imperador/príncipe fujão, para voltar a ser imperador na terra matriz. A história oficial é, e sempre foi um embrólio.
Os embrólios desta história, se dá, principalmente pela inexistência de uma cultura de independência, esta cultura inexiste, primeiro, pela inexistência de uma elite nacionalista, como a tal independência, foi "outorgada", a tal cultura da independência, não foi também construída.
Nossa história depois daquele "07/09/1822", que de um lado é naturalizado, por outro, impede a construção desta independência, com a "fuga" do imperador e a "regência" de diversos gabinetes provisórios, até a regência do príncipe herdeiro, tivemos tudo, menos a construção de uma cultura de independência. Os golpes, ou pseudos-revoluções do séc passado, nunca tiveram como proposta a construção desta cultura de independência, tenho profundas dúvidas, se esta inexistência, se dá, pela certeza da independência, ou pelo comodismo desta elites, que sempre se contentaram no papel de coadjuvante, numa opera "chinfrim".
O roteiro desta eterna submissão, é interrompido, com a eleição de um metalúrgico para a presidência, no início deste séc. Primeiro a atual potência mundial, se valendo das estruturas golpistas, repetem um roteiro tentado antes na América insultar, um golpe "judiciário/parlamentar" com amplo apoio da "mérdia colaborativa", que, por ser financiada, por esta elite coadjuvante, age, com a mesma coadjuvância, assumindo secundário na administração patria.
Como subproduto do golpe "jurídico/parlamentar" de "2016", um projeto "proto-fascista", foi, via eleição, assumindo o governo.
As acusações de corrupção, muitas delas, exemplificadas, pelo próprio "ex-despresidente" não constituindo, assim, como surpresa nenhuma, uma parte deste enredo, as acusações de corrupção, que nem está nas acusações ora em curso, mas sim, uma outra, que também, o "ex-despresidente" nunca negou, sua vertente golpista e de subserviência.
Assim, sua família estar lá, nas terras do Tio San, articulando uma série de sanções contra o Brasil, não chega a ser vista como absurda. No entanto, a oportunidade de finalmente, iniciarmos, a construção de uma cultura verdadeiramente nacionalista este prestes a se iniciar, tem data marcada "02/09/25". O início do julgamento do núcleo crucial da trama golpista. Aguardemos.

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