domingo, 17 de agosto de 2025

TOMO MCMXL - BRASIL: DE UM AME-O OU DEIXE-O, PARA O AME, ENTREGANDO-O!


Quando víamos passar um "carro forte" adesivado com a expressão: "BRASIL: AME-O, OU DEIXE-O", sentíamos uma derrota intrínseca, de forma vil a pátria era "vilependiada" em tenebrosas transações. Os inexistentes ideias de uma revolução, igualmente inexistente, já aquilo que ocorrera mesmo fora uma danosa sedução, de uma elite eternamente submissa às pretensões do império ianque, que rotulavam toda e qualquer ameaça como vinda de Moscou.
E, na ânsia de sua "defesa estratégia", fazia uma barreira humana, seu vizinhos territoriais. Este, infelizmente, é, os prenúncios, para o golpe de sessenta e quatro e para os adesivos, que tangiam que pelo emocional de um povo, fazendo-o cego, para todas as mazelas produzidas contra o povo e contra a pátria.

Pessoalmente, sempre que menciono este trágico período, falo de uma ditadura "de sessenta e quatro, a..." Já que em nossa desbalizada opinião, se esta ditadura tivesse tido um fim, um dos ajudantes de ordem de um milico, que se recusara a "abrandar" as sanhas assassinas dos milicos, não estaria nos bancos dos réus, em mais uma tramóia golpista.


Já naqueles sombrios tempos, quando o simples ato de pensar, poderia render semanas sob as "democráticas" intenções de um torturador, e isto era para eles, defesa da democracia.

Contestando a história irreal, eles dizem, que quando sofrem as consequências legais de mais uma outra aventura golpista, que são vítimas de uma ditadura. Uma ditadura, que permite a eles "teatralizar" com esparadrapo, um calar inexistente, que permite a eles, "sequestrar" a mesa do congresso ", uma ditadura, que permite a eles uma inemaginável exposição midiática. Claro, nada disto é teatro de um perdedor momentâneo. Tudo isto, é a crença deles, que aquela sanguinária ditadura, realmente, não teve fim, que eles podem, simplesmente, reinar absoluto, obedecendo os ditames do império ianque e o Brasil, segundo eles, não pode imaginar o direito de existir, enquanto, uma aparente nação, que não seja para ser uma barreira de proteção aos "superiores" habitantes do Norte.

Assim como nos sombrios tempos do AI-5, o AME-O OU DEIXE-O, sempre foi na verdade um: Brasil AME-O e o entregue.

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