domingo, 31 de agosto de 2025

TOMO MCMLIV - AMPLITUDE PORNOGRÁFICA

Na minha infância, qualquer linguagem "escapológica" mesmo necessidades fisiológicas, era punida com os tais beliscões, citados na crônica de ontem as coisas mudaram "não para as crianças", mas na linguagem da casa, quando minha tia Catarina, veio morar com a gente, aí as excursões, "tão raras quanto bife de carne de primeira" ganhava aquele, "quando se vai para Santos, passa em Cubatão, quando volta. ....". 
Mudou também, nas faltas de administração pelos gols marcados nas peladas, era comum, mesmo quando amargávamos uma derrota, futebol e coisa do capeta, engraçado, nós só jogávamos bola mesmo.

Antes de continuarmos, minha tia era evangélica, assembleia de deus, que além de ela ir orgulhosa, não nas manhãs de domingo, hábito dos católicos, mas, ao anoitecer, não só no domingo, ainda trazia para casa, alguns cultos semanais, aos quais, éramos obrigados a assistir e, ainda com a melhor roupa, aquela mesmo que nem existia.

De um tempo em que falar "peito", era tão inadmissível quanto peidar, ou daquele mesmo tempo em que xingar alguém de "babacas" era o relacionar a uma pequena caixa, um "rabo de pandorga" ou ao órgão genital feminino mesmo. Precisamos informar também, que neste tempo as mulheres não faziam sexo, já que elas não possuíam nem arbítrio, quanto mais a possibilidade deste arbítrio ser livre, ou seja xingar alguém de babacas, era o reduziu a inexistência da existência de decidir. Antes que me perguntem, as mulheres apenas davam.

Ouvindo, confesso, não sei se pelo advento da internet, ou se pela depravação que se tornou o linguajar no último desgoverno, mas, não só as reuniões ministeriais, viraram uma interminável sequência de impropérios. Ah, não sou moralista, mas mesmo às falas de minhã tia Catarina, se "enojariam" dos vazamentos de conversa entre o "guru do ex-despresidente e ele'.

A pornografia, mais leve expressada por este tal guru, qual nos permitimos o direito de não nomear, foi, "eu sei que você não é nacionalista", assim como diriam as existentes fofoqueiras nas cercas do quintal, já que as tais cercas também eram desnecessárias, estou chocada. Tanto o "vagal" filho 03 do inominável, quanto o pastor deles, são na verdade, uma genitália feminina, ou seja, alguém, que naquele tempo, não praticava um ato sexual, "levava ferro". Também não está nas linguagens de baixo calão, os verdadeiros absurdos, mesmo que passe por isto, as mentiras, a única deste rápido e ríspido diálogo, é a venda de uma ideia patriótica, que foi um dos combustíveis essenciais, quer para eleger o inimaginável, bem como uma bancada parlamentar, "domesticada" com os orçamentos secretos, mesmo "falso" patriotismo, que não foi o suficiente para o reeleger, mas não elegeu uma bancada parlamentar, ainda pior, como motivou a tal, igualmente, inexistente "festa da Selma" que na verdade era a senha para a ocorrência daquele infernal quebra-quebra.

Eu aqui, mudo como uma criança nos tempos em que peidar era uma ofensa, só imaginando o dia em que um bolzominin condenado à dezessete anos de prisão, conseguir compreender da fala do tal guru, que ele sabe que o mito que os convenceu a deixar tudo, para invadir Brasília, que o tal patriotismo nunca existiu. Para nós que sonhamos com um mundo melhor, lamento informar, os ataques desta turma, aos professores, tem justamente este objetivo, que sempre haja, um interminável contingente de idiotas, para comprar um discurso, que nem se quer é vendido.

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