A notícia já tem quatro anos, no entanto, somos obrigados a lembrar de tempos em tempos, para que adquiramos uma consciência, "com um mínimo" de criticidade, sobre as absurdices que nos são vendidas como verdades absolutas.
No dia "13/05/21", mais uma das mais de setecentas e cinquenta mil pessoas que foram a óbito, vitimadas pela covid, como foram "3/4 de milhão", isto pode ter passado desapercebido, no entanto, neste cenário da lei "MAGNISNTIKY", vale lembrar.
Infelizmente, sabemos do bolhismo, que muito provavelmente, algum historiador do futuro utilizará, para definir estes obscuros quarto de séc, que vivemos. Ou seja, dificilmente, este nosso pensar chegará aos seres, "biologicamente" tão humanos, quanto você e eu, porém, vivendo presos num mundo paralelo, um tanto diferente do imaginado pelo pensador português "JOSÉ SARAMAGO", que imaginou para nosso Brasil uma doença que literalmente "cegava" as pessoas, nossos compatriotas, são maciçamente vítimas de uma cegueira mental, transmitida por um vírus, "já identificado pela ciência" e batizado por "FAKE-NEWS".
Um cientista maluco qualquer, "saudosista", aparentemente das monarquias absolutistas, que tinham, entre outros atributos, a pregação que estes monarcas, numa cópia imperfeita, quer da cultura helênica, ou da egípcia, talvez do Japão, uma herança direta do Deus único, assim poderia reinar absoluto sobre a vida e a morte de seus concidadãos, como e insisto rei bozo disse que covid era só uma gripezinha, este deputado, protocolou uma lei, proibindo a vacina compulsória. Só que o rei bozo, só reinava nas mentes das vítimas das fakes.
Passados mais de quatro anos, temos muito mais a lamentar que as mortes que certamente a covid causaria, certamente, não passaria de um terço do total, dois terços, então, creditados nas eficiências das mentiras propaladas. Além do número, para muito além de alarmante e inadmissível, as tentativas de golpes de Estado, já que ainda que tenhamos debelado a do "08/01/23", o tarifaço e a lei MAGNISNTIKY, nos alerta que a ameaça continua viva.
Infelizmente, sabemos, não só do bolhismo, como, igualmente, sabemos das ineficiências das profilaxias disponíveis, "a dura realidade" que chegou a mais de mil dos manipulados, na forma de condenações que chegam a dezessete anos de prisão. Infelizmente o comprometimento neurológico das vítimas deste vírus letal parece não ter fim.
Neste inemaginável cenário, assim como nos tempos da pandemia, os profissionais da saúde causam mais pânico, que as possíveis consequências da doença.
Negar o negacionismo, uma opção necessária, que parece impossível, até o momento.

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