segunda-feira, 11 de agosto de 2025

TOMO MCMXXXIV - FESTEJÁVAMOS A QUEBRA DE UM TABU..., ACONTECIA A PRIMAVERA DE PRAGA


Como um adolescente corintiano, a contratação do timão "na época, ponta de lança ou ponta direita", Paulo Borges, duas posições que, no futebol, já não existem. O Brasil, este meu Brasil brasileiro, sofria às turras e torturas de mais uma feroz ditadura.

Porém, com base na teoria de John Friedemann: "as ilhas de desenvolvimento" o mundo convivia diversas ilhas de desenvolvimento, a primavera de Praga, era só um destes pontos onde a juventude enfrentou a situação política estatal. Praga, capital da já inexistente Tchecoslováquia, "hoje depois da queda do muro de Berlim, são duas nações: República Tcheca e Eslováquia".

No Brasil da ditadura militar, instalada para impedir a inexistente ameaça de nosso país se aproximar da China, que economicamente, nem era uma potência assim, mas, que o vice-presidente, foi visitar, antes da renúncia do Jânio Quadros, criando as condições necessárias, para um outro golpe, o golpe do parlamentarismo.

Como o já presidente João Goulart, convocou um plebiscito, que superou o golpe parlamentarista, o Tio San, acreditou que seu quintal estava sonhando em deixar de ser seu quintal, arquitetou então, com os traidores de sempre, um golpe, para afastar, mais um vez, nossos sonhos de independência e, manter o Brasil como eterna colônia.

O ano de sessenta e oito, além da primavera de Praga, da quebra do tabu "uma série de anos, onde o Santos do Pelé, não perdia do meu Corinthians" de tantos jogadores, inclusive do Roberto Rivelino, deste Paulo Borges, do Flávio, do goleiro Diego, que nem era o titular, mas foi, neste jogo, o da quebra do tabu. O Corinthians ganhou de "dois a zero", colocando fim a longos onze anos sem vitória.

Falamos das ilhas de desenvolvimento de John Friedemann, que aconteciam no mundo diversas ocorrências, que sinalizava a tal teoria da ilha de desenvolvimento.

Nossas relações com o grupo de sessenta e oito, é basicamente com o grupo "DEMOCRACIA CORINTIANA" que nos remete à quebra do tabu. Este ano, sessenta e oito, ainda não foi o ano em que o Corinthians venceu um campeonato, na época, só o paulista.

As mobilizações da juventude brasileira, que faz a existência da geração "68", provocou reações dos golpistas de sessenta e quatro, que criaram um re-endurecer da repressão. Esta é a mesma questão que vivenciamos atualmente. Aceitamos continuar eternamente como colônia, ou nos colocamos enquanto nação? Pessoalmente, meus setenta e poucos anos, sempre optará pela soberania.

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