sábado, 2 de agosto de 2025

TOMO MCMXXV - GANDULAGEM ESCROTAL

Lá dos meus tempos de infância, "ainda nos anos cinquenta", havia uma frase contra os riquinhos "pernas-de-pau", compram a bola, mas, só conseguiam ser o gandula, ou, o cara que iria pegar a bola, quando esta saía das "quatro linhas", ou, o limite entre as margens da rua e dois pares de pedras que serviam como gol, estes, nem para ser o goleiro, serviam, apesar de donos da bola.

Os traidores da pátria, os patriotários que estão nas terras do Tio San, estão festejando o direito de ser inútil.

Claro, o parágrafo acima, peca, por omitir a verdade, ao menos, em parte, eles, realmente, se sentem os donos da bola, eles, realmente, estão fora das quatro linhas, não só, das que delimitam o campo, mas também, da constituição, da moralidade, da inteligência, ou de qualquer coisa, que julguemos aceitável. É o mais condensado estrato de traição à pátria, mas com resquícios de crueldade.


Tanto o comparativo da terra arrasada, proferida pelo "03", que não chega a alguns IAs, de distância, do comparativo "analmente" expelido pelo filho vendido pela "mérdia entreguista", como o mais moderado dos bozos, a metáfora da bomba atômica. É, isto mesmo, o "01", no afã, de instituir "por aspiração familiar" não só uma monarquia no Brasil, mas, a dinastia dos bozos, onde a corte, seria destinada única e exclusivamente, aos hordas dos milicianos, "uma força instrumentaluzadas" como força policial, ou seja, tendo uma investidura pública, mas, a utilizando para o cometimento de crimes, para o enriquecimento pessoal. Porém, como felizmente, "para a esperança do Brasil ser uma nação", alguns setores das forças armadas não embarcaram nestas aventuras da dinastia miliciana, mas, não detiveram a sanha golpista, da legalização de crimes.


Esta legalização de crimes, advém da venda de dificuldades, para agenciar as facilidades. Lembram do trocadilho do dono da bola, que por inabilidade, se contenta com a função de gandula, se a bola, não saísse das quatro linhas, eles não teriam utilidade. Se não houver um Xandão, "leia-se: STF", que ajudasse no combate pela legalidade, pela legitimidade, pela ética e até pelo patriotarismo. 


Como há uma estrutura, em solo pátrio, os bozos foram buscar no império do mal, os apoios necessários para a destruição da soberania brasileira.


Se esta destruição vier, pela prática da terra arrasada, ou pela "bomba atômica" que seria uma interferência direta na nossa estrutura de poder, nesta, não só o STF, deixaria de defender a aplicação da constituição, mas, o parlamento continuaria, seu atual papel, de obstrução às melhorias das condições de vida, algo, que até seria fácil, anti à tamanha destruição imposta pela desgestão do bozo, neste cenário, seria impossível qualquer vitória eleitoral de uma propositura sóbria.


Ou seja, a traição venceria.

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