Na última terça, "12/08", uma conversa rápida, com um idoso, afrodescendente, "evangélico e bolzominin" nos levou a uma lembrança cinematográfica, "nada afetiva" o filme "SOBIBOR", filme russo sobre um campo de concentração e extermínio, localizado na antiga Alemanha oriental.
A película, quando vimos, retrata muitas inaceitáveis perversidades por parte do corpo de segurança nazista, que contava com uma espécie de "capitães-do-mato" "os cabos" um força de segurança composta pelos próprios judeus. Estes "cabos" eram uma força auxiliar da disciplina, e de agressões, que agiam para impedir fugas, muitas vezes, mesmo sem denunciar planos de fuga, agrediam ferozmente qualquer reunião de pequenos grupos. Como desculpas, toda frustrada tentativa de fuga era punida com a morte, além de um sorteio macabro, quando um décimo dos presos, aqueles que tinham alguma utilidade, trabalhadores úteis à manutenção, eram executados para desincentivar novas tentativas de fuga.
A fuga, só se torna possível, com a sedução, para a causa de um dos "cabos", que só é "seduzido" depois de mais de um ano de colaboração, quando soube, que outros campos de extermínio, vinham sendo eliminados, para evitar registros, anti os avanços das tropas da União Soviética.
Este cabo, foi chamado por "Sacha", o único dos "prisioneiros" de origem russa, não o único militar, também judeu, assim como todos os outros prisioneiros com alguma capacidade de liderança, que só sobreviveram por mais de um ano, graças a suas capacidade de trabalho.
O "Sacha", colocou como condição para participar deste plano de fuga, se ela fosse coletiva, de todos os internos, pois, todos seriam executados.
A razão do "pêndulo empático", é que os horrores da segunda guerra, criaram na humanidade, uma "simpatia" com o povo judeu, afinal, eles foram vítimas de uma enorme tentativa de "limpeza étnica", esta simpatia, des-"ensina" esta mesma humanidade que o Cristo que esta humanidade crê, foi torturado e executado por exigência dos sacerdotes judeus, com o império romano, apenas ordenando, já que estes sacerdotes, tiveram na execução do Cristo, o mesmo papel dos "cabos" no campo de concentração e de extermínio, de "SOLIBOR", limpavam sem nenhum remorso, as câmeras de execução, mas, nunca se revelavam.
Este pêndulo empático, vindo desde o holocausto, nos traz a uma estranha simpatia, principalmente por parte da população "religiosa-conservadora, que na verdade, é retrógrada" a situações que a humanidade viveu nos primórdios de sua organização. É, ao nosso ver, este pêndulo empático, que impede que as pessoas com formação religiosa "retrógrada-cristã", ignorar que a população da faixa de Gaza, está vivenciando o mesmo holocausto, só esperamos que não seja necessário o extermínio deste povo, para que a humanidade perceba esta situação.

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