Muito mais que o número de pessoas, nos preocupa mesmo é o haver de pessoas que ainda são capazes de ir às ruas, lembremos, não são pessoas que vão às ruas para defender o ex-despresidente, mas, para defender abertamente a continuidade das sanhas golpistas de agrupamentos de direita. Eles simplesmente não conseguem enxergar o óbvio, ditaduras matam e, principalmente, desrespeitam a existência das lógicas humanas.
Poderíamos gastar centenas de páginas, analisando as idiotices dos assumidamente idiotas, que insistem em não ver o óbvio. Ops, na verdade milhares de óbvios, o mais grave destes óbvios ignorados, mas, não o único, a morte de mais de setecentas e cinquenta mil mortes, das quais, dois terços, simplesmente, não aconteceriam, caso estivéssemos no governo, alguém com um mínimo de decência.
Esta questão, é infelizmente, do ponto de vista humano, o mais grave, no entanto, a garantia da existência da democracia, pois, é justamente esta, que garante aos seres humanos a dignidade da existência. Como inexiste para quem defende uma sociedade restritiva de direitos, o conceito de dignidade é completamente desvirtuado.
O fato de haver pessoas nas ruas ontem, com aquele batido e injustificado discurso que as urnas eletrônicas, são passíveis de fraudes seletivas, lavem quando os autênticos bolzominins vencem, incluindo des'deputados golpistas, se estes des'deputados, não embarcam nas sanhas golpistas, as culpas, claro, é das urnas, não dos eleitores adeptos ao golpismo.
Se há esta descontinuidade, por outro lado, a continuidade é a de sempre, o ianquismo, sinônimo de sabujismo, mas, não de qualquer sabujismo, um sabujismo, não a terra matriz cantada em versos na poesia nacional, mas um sabujismo, à nova metrópole mundial.
Só a autonomia do Brasil, enquanto nação soberana, irá desaparecer, é um mero detalhe, o que importa mesmo, é que o mito deles, seja o vassalo mor, da gestão ianque neste patriotismo às avessas. O patriotarismo.
Enquanto há esta controversa continuidade/descontinuada, o bozo, ou o vassalo mor do ianquismo, vai testando os limites da tolerância do STF, ele que está proibido de utilizar as redes sociais, deixa se fotografar, com a finalidade de divulgação. Deixando transparecer a ideia, que caso haja a decretação de sua prisão, a paixão dele, o bozo do império do mal, irá decretar uma intervenção norte-americana que o reconduza a uma desgestão, que faça desandar para sempre nosso caminho de autonomia e de independência.

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