Dói, e muito, estar entre as milhares de pessoas, que perderam pessoas em consequência da COVID: minha sogra veio a óbito.
Esta dor é potencializada pelo "curandeirismo" com o qual o desgoverno brasileiro atuou neste trágico episódio, este "curandeirismo", além de não ter se limitado a questão da pandemia "teve" as aspas deste "teve", dói muito mais por ter "havido" e ainda há" um culto as idiotices, que foram condensadas, para permitir a eleição do inominável, em "2022", quase o reeleger em "2022", mas dar a estas idiotices, uma bancada parlamentar, que simplesmente, impede condições mínimas de governabilidade, mantendo o Brasil, com um pé no retrocesso.
Este retrocesso, tem como objetivo claro, criar uma desconfiança na possibilidade de sair do caos, criado pelo desgoverno anterior, e ainda tenta, desesperadamente, criar condições para o retorno deste caos.
Para que chegássemos a isto, um militar, expulso do exército, por indisciplina, que um promotor de justiça, poderia aludir à possibilidade de traição à cultura da própria força militar, mas, este militar, numa clara "passagem de pano", sai aposentado, com um renda mensal, igual ao dobro do teto das aposentadorias possíveis, aos mortais brasileiros, que se aposentam pela previdência "comum" a estes mortais brasileiros.
Depois de vereador carioca, este milico, conseguiu, apesar de toda improdutividade, sete mandatos de des'deputado federal, quando, pela manipulação de um processo criminal, que tirou das eleições, o candidato amplamente favorito, este milico, que caso houvesse, um mínimo de justiça, deveria ter tentado um profissão qualquer, conseguiu, uma segunda aposentadoria, esta, com o valor, seis vezes maior, que a disponível, os reles mortais, ou seja, este improdutivo milico, que também foi, um improdutivo deputado, não foi só um improdutivo presidente. Ele foi um presidente, muito mais que um despresidente, que deveria ter sido responsabilizado, por um "genocídio", que ceifou a vida de quase um milhão de brasileiros. Este, infelizmente, é só uma das acusações, que o ex-despresidente, deveria estar respondendo, além, é claro, da tentativa de golpe de Estado, da sequente e consequentemente, ações por interferir no curso do processo. Isto, infelizmente, só se tornou possível, por uma verdadeira legião de viúvas, as viúvas deste nhonho pagador de lanches.
Nesta incalculável legião de viúvas deste nhonho pagador de lanches, tem ramificações, no quarto poder, "uma mérdia corporativa" que mentem ativa, a usina de criação de narrativas, que mantém ativa este legião de viúvas, há, e aqui, é muito mais grave, as usinas que funcionam em denominações religiosas, aqui, é muito mais grave, já que cria um vínculo, quase indissolúvel, a fé, mas, não no Cristo da bíblia, mas, num Cristo afeito às causas do capetalismo. Além da mídia, as viúvas do nhonho, está presente, no parlamento, na estrutura da justiça. Se a usina de falsas narrativas, está em todos os setores de influência da sociedade. As viúvas, se mantêm sonhando em auspiciosos dias em que a população vivia nas filas de ossos e restos de supermercados, para conseguir alguma proteína alimentar.
Estas viúvas deste nhonho pagador de lanches, ora citado, são consequência vívida, de uma lógica que sempre impediu que o Brasil tivesse qualquer propagonismo no cenário mundial, afinal, durante a desgestão do inominável, o Brasil, foi rebaixado à condição de pária mundial, uma outra coisa que as, viúvas, não só deste nhonho, mas de todos os mhonhos existentes até aqui, fizeram questão de manter o Brasil.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/A/D/Rg3Xf7RsevfhmuTa9aiA/100720073-topshot-a-supporter-of-brazilian-president-and-re-election-candidate-jair-bolsonaro.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário