
Lula defende ideia de moeda comum para os países do BRICS
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou seu apoio à criação de uma moeda comum para os países do BRICS na terça-feira e sugeriu que o governo dos EUA pode estar cauteloso em fortalecer o bloco.
Em entrevista ao jornalista Reinaldo Azevedo, da Band News , Lula defendeu a necessidade de avançar alternativas ao dólar para o comércio entre países emergentes e afirmou que "temos que tentar. Se eu tentar e não der certo, eu errei. Mas acho que alguém tem que me convencer de que estou errado".
O chefe de Estado brasileiro enfatizou que o BRICS representa um sucesso para o Brasil e uma ferramenta fundamental para o Sul Global.
"O bloco deve unificar interesses para dialogar e alavancar seus pontos em comum", disse o presidente, em um contexto em que os países do BRICS representam 50% da população mundial e um terço do PIB global.
Lula afirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, pode estar "com um pouco de inveja da participação do Brasil no BRICS".
Questionando a dependência do sistema financeiro internacional em relação à moeda norte-americana, o chefe de Estado afirmou que "não podemos continuar a depender do dólar, que é a moeda de um único país adotada como padrão global".
Em vez disso, ele propôs promover transações em moedas locais ou uma moeda comum do BRICS para o comércio intragrupo.
O líder brasileiro também defendeu o multilateralismo como mecanismo de equilíbrio nas relações entre os Estados, afirmando que "é o que tem nos permitido certo equilíbrio nas negociações comerciais, evitando a predominância de um país grande sobre um pequeno".
Na entrevista, o presidente Lula lembrou que abrirá a Assembleia Geral da ONU no dia 23 de setembro e que não sabe se se reunirá com o presidente Trump, afirmando que defenderá a soberania do Brasil e as questões ambientais.
O chefe de Estado brasileiro enfatizou que o BRICS representa um sucesso para o Brasil e uma ferramenta fundamental para o Sul Global.
"O bloco deve unificar interesses para dialogar e alavancar seus pontos em comum", disse o presidente, em um contexto em que os países do BRICS representam 50% da população mundial e um terço do PIB global.
Lula afirmou que o presidente dos EUA, Donald Trump, pode estar "com um pouco de inveja da participação do Brasil no BRICS".
Questionando a dependência do sistema financeiro internacional em relação à moeda norte-americana, o chefe de Estado afirmou que "não podemos continuar a depender do dólar, que é a moeda de um único país adotada como padrão global".
Em vez disso, ele propôs promover transações em moedas locais ou uma moeda comum do BRICS para o comércio intragrupo.
O líder brasileiro também defendeu o multilateralismo como mecanismo de equilíbrio nas relações entre os Estados, afirmando que "é o que tem nos permitido certo equilíbrio nas negociações comerciais, evitando a predominância de um país grande sobre um pequeno".
Na entrevista, o presidente Lula lembrou que abrirá a Assembleia Geral da ONU no dia 23 de setembro e que não sabe se se reunirá com o presidente Trump, afirmando que defenderá a soberania do Brasil e as questões ambientais.
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