Os ataques à soberania nacional começaram em "1453", quando o império Otomano, impediu a roda do oriente para as às índias, que fez com que a Europa, buscasse novos caminhos para se abastecer de especiarias. Nesta época, as Américas, não existiam, o sul do Equador, era algo "inexistente". Aqui era apenas a ecológica e pacífica Pindorama "Terra das Palmeiras" na mais pura linguagem "GUARANI".
Poderíamos, é claro, desfilar fatos históricos, registrando neles, às ameaças, a nosso soberania, passa, por uma prisão sem grades, quando criminosos lusitanos, eram mandados para cá, para não onerar a coroa, com a manutenção de prisões, ou as expedições extrativistas, que escravizavam indígenas, para o corte e transporte de madeira, ou, por pressão inglesa, começar a colonização.
A questão, infelizmente, deste novo ataque, que, vêm como todos, por interesses externos, que conta, como muitas ameaças às soberanias de diversos povo, ao longo da história, com intrínseca, muitas vezes decisivas, colaboração interna, desta, também, mas, esperamos que traidores da pátria, desta vez não tenham êxito.
Por um dever de honestidade intelectual, somos obrigados a informar, que não está em jogo, apenas soberania nacional, mas, há por trás destas ameaças protagonizadas pelo bolsonarismo, há uma explícita ameaça, não só à nossa soberania, mas, também, à civilidade.
Há, muito mais que gestos alusivos ao nazi-fascismo, está nos ares muitas das ocorrências que precederam a ascensão do "bigodinho", e de seus similares, "não no bigode", mas, nas similaridades políticas, não foi só na Itália.
As acusações, muitas vezes, infundadas de corrupção, as pautas morais, as intolerâncias religiosas, as acusações de fraqueza daqueles que rotulam de "fracos" enquanto fraquejam ao menor sinal de resistência. Talvez, alguns de nossos leitores, neste instante da leitura, se indignem, esbravejando, não houve nenhum sinal de fraqueza no nazismo. Respondo, se não houvesse fraquezas, porquê, as constantes necessidades de um incalculável poderio bélico? Aqui, chegamos às origens de nossas ameaças externas.
O império do mal, só é a metrópole "reinante" na humanidade, pelo poderio bélico, mas, este só é relevante, pela subserviência dos povos, que por comodidade, "estrutural, ou conjuntural" se rendem a este poderio.
Não é bem só o Brasil, que está sendo ameaçado, por mais uma tentativa do império, se manter como império. A receita da subserviência, já se mostrou inglória, tanto para a "ZONA DO EURO", quanto para o Japão, no entanto, a quase inexistente "BURQUINA FASO", mostrou que é possível resistir.
As resistências de nações "quase inexpressivas", como esta república centro-africana, que soube desde o início, que seria necessário uma união de uma comunidade externa, para poder garantir sua soberania.
O Brasil, apesar de seu histórico de eterna colônia, têm desenvolvido, desde o início deste séc, um protagonismo mundial. Sendo então esta referência, a sequência dos passos de Burquina Faso, para fazer cessar as ameaças.
Ameaças que vem de muito antes, inclusive, do Brasil existir.

Nenhum comentário:
Postar um comentário