quinta-feira, 14 de agosto de 2025

TOMO MCMXXVII - HISTÓRIAS "DA, MAS, NÃO A, MUITO MENOS O"


Somos diuturnamente bombardeados por notícias de uma tal "Maga, acreditem, não é a patológica" das histórias em quadrinhos.

Esta Maga, na verdade uma sigla, que até aí, nada de mais, o problema, é que muitos dos usuários de adereços com esta sigla, são brasileiros, mas, não brasileiros comuns, puts, já ia escrevendo igual a você e eu, mas, aí, percebi, que sei que nasci na América do Sul, que sou um terráqueo, mas, não o terráqueo, nem mesmo o americano. Muitos dos que usam tal adereço, são políticos eleitos, e suas redes de apoio. Nesta hora, eu até perguntaria aos usuários destes adereços, será que eles conhecem o mínimo da história de sua pátria, não a do Norte? Mas sei que história, não é o forte dos formados na universidade do ZAP-ZAP.

Contemos então a história de uma mulher pertencente a uma das muitas etnias originárias da parte Norte das Américas. Faremos um pouco sobre Tze-gu-juni.

Esta desconhecida personagem, ou melhor, ignorada personagem, é um dos símbolos do povo Apache, aquele mesmo povo, que os sul-americanos que apoiam o adereço, com a expressão "maga" deve julgar que as mulheres nas tribos originárias, tinham apenas um papel secundário. Conto uma história de lá, não para ressaltar, apenas para informar.


Tze-gu-juni, nasceu em 1847, foi atingida por um raio, durante um tempestade, que matou sua mãe e irmã, e queimou boa parte de seu corpo, aos trinta e três anos, durante um dos muitos massacres qual os povos originários foram vítimas, ela foi capturada e escravizada. Durante esta escravizada, suas cicatrizes lhe rendeu a humilhante definição de "Huera", mulher pálida. Fugiu e foi esposa de Gerônimo, mais um dos muitos "chefes originários", retratados como "ferozes" para com os brancos invasores.

Conto esta história, para que aqueles que não se limitam a aplaudir o povo, que não se limitam a pensar ser os únicos "americanos" do mundo, que quando você encontra um "destes únicos americanos", acaba por concluir, que eles se julgam os únicos ser humanos, ou seja, que eles se julgam com todo o direito interferir em nosso país, para permitir que um "ladrão de jóias" não vá a julgamento.


Esta história é contada, sabendo, da inutilidade da exposição de qualquer verdade, para aqueles que tem como regra única da vida: "farinha pouca, meu pirão primeiro", só que o pirão desta expressão típica de nosso nordeste, região que impediu que sabujismo, ganhasse as últimas eleições presidenciais brasileiras, este pirão primeiro, não é o dos sabugistas, mas, sim daquele povo que ignora, não só a humanidade, ignoram até mesmo sua própria história, principalmente, quando esta, dá propagonismo a seus povos originários. Eles, migrantes, desconhecem até mesmo suas ancestralidades, nem a nativa, nem a europeia. Mas assim como eles, os sabugistas brasileiros. Preferem uma maga, que um Brasil brasileiro.


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