O futebol domina o cenário atual, mas falta algo essencial: a arte da molecada da várzea.
Sim, é saudosismo — e assumo. Afinal, o setentão aqui viveu num tempo em que o asfalto era raridade. Para ver um pedaço dele, era preciso andar mais de um quilômetro. O transporte público ficava longe, e o campo era qualquer terreno baldio ou chácara abandonada. Era ali que nascia o futebol de verdade, o da bola de borracha e dos sonhos.









