Há — e por alguns dias ainda haverá — um verdadeiro frisson em torno da Copa do Mundo de futebol.
As razões desse frisson são claras: a febre publicitária criada pelas marcas que vivem do futebol. Os anunciantes alimentam essa euforia, e a mídia faz questão de amplificá-la, indo a cada rincão do país mostrar ruas decoradas, bandeirolas, pinturas e as tradicionais “passagens de chapéu” — um financiamento coletivo para as decorações. Esse gesto popular, ao menos, é salutar.









