segunda-feira, 1 de setembro de 2025

TOMO MCMLV - ANSIEDADE PRÉ-TERÇA


Depois de dois anos e dois meses, daquela inexistente "festa da Selma" que, na verdade, era só uma senha para a repetição de algo lastimável, que ocorrera, exatamente dois anos e dois dias antes, a invasão do capitólio, por personagens estadunidenses, advinhem, que não aceitaram bem os resultados das presidenciais, que acontecerá dias antes, qualquer semelhança, não é por mera coincidência.

(Cabe, como anedota, lembrar de um personagem, de lá, vestido com um chapéu de "búfalo", batizado pela mídia, "como o xamã do capitólio, igual a uma montagem feita por uma das revistas sobre economia mais importantes da Inglaterra, nesta revista, o personagem, é o ex-despresidente, maquiado como um patriotário qualquer, com as cores de nossa bandeira).
A piada, para no parágrafo acima. Lá, o tal xamã, teve o perdão presidencial, concedido pelo bozo de lá, é que lá, assim como as urnas eletrônicas, para serem usadas como desculpas, também, não tem justiça eleitoral, que poderia, caso houvesse, processar as lideranças golpistas. Claro, as lideranças golpistas daqui, sonham, não com inexistência de uma legislação eleitoral, já que esta, é cotidianamente acionada contra adversários, o que eles clamam mesmo é por uma impunidade direcionada, que valha só para políticos direitistas.
Assim, os ataques, não só a justiça eleitoral, mas, a justiça, como um todo, que veio a público, naquele fatídico "07/09/21", em plena pandemia, quando o agora inelegível, disse em cômico, numa data, que deveria haver um ato cívico, que nós de esquerda, optamos por ficar em casa. Pois é, nesta data, o inominável, proferiu inúmeras ofensas às estruturas da justiça, principalmente para o ministro Alexandre de Moraes, dizendo que jamais cumpriria qualquer decisão "ordem" dele, dois dias depois, como qualquer "machão infantil", recorreu, a um outro golpista, o temer, para redigir uma carta de desculpas.

Este detalhe, o pedido de desculpas, com o "rabinho entre as pernas" virou, caso já não fosse, marca do bolsonarismo. O personagem, que liderou o ataque com fogos de artifício contra o STF, não ficou neste país continental, para responder pelas consequências de seus atos, já vivia em terras ianque, o "co-responsável" pelo empreendimento hoteleiro "Trump-praia" um heróico neto de último ditador da sanguinária ditadura, que torturava, matava e exilava os opositores, que agora choramingam para não responder legalmente por seus atos. Estamos, pois, com uma certa ansiedade pré-terça.

Como brasileiro, como legalista, ainda que confessadamente, leigo, torço, para que a legislação promulgada pelo ex-despresidente seja condenado, com base nesta lei.
Como observador atento, acompanho pela mesma "mérdia colaborativa" algumas facetas dos "choramingos", eles têm, inclusive, aos olhos deste leigo aqui, cometido "crimes de lesa pátria " ao clamar, não só, por interferências externas neste processo judicial, mas, chegam ao ridículo, de festejar sanções econômicas, contra nossa pátria, sanções estas, que causaram prejuízos às elites que financiaram as campanhas do "minto".

Assim, estas duzentas e quarenta horas, "dez vezes" às vinte e quatro horas de um dia, não as inexistentes "setenta e duas horas" repetidas ao vencer das setenta e duas horas, em que os bolzominins acampados, que viam a cada novas setenta e duas horas, revigorar suas ansiedades, nossas ansiedades "pré-terça" sabe que o julgamento demorará dez dias. Mas que a champanhe que pacientemente dorme na geladeira, irá dormir, por mais um mês ainda, até se encerrar as possibilidades de questionamentos, aí?

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