David Adler, coordenador da organização Internacional Progressista, relatou experiências com o comboio hoje e denunciou o assédio constante de Israel para frustrar a iniciativa.
Em uma mensagem publicada em mídia digital endereçada a seus amigos e seguidores, Adler reconheceu vários obstáculos enfrentados pela flotilha, particularmente a desativação completa da capitânia do comboio nas horas finais e atos de assédio.
Segundo Adler, os participantes consideram muito provável que a falha do navio não tenha sido uma coincidência, e ele anuncia que medidas estão sendo tomadas para salvar a situação e seguir em frente.
O ativista descreve as últimas 24 horas como um processo logístico exaustivo, com os tripulantes do navio danificado sendo transferidos para outros para continuar a jornada.
Adler revela em sua mensagem que se tornou conhecido que Israel planeja interceptar e transferir os membros da flotilha para uma "prisão flutuante" (provavelmente uma fragata) e depois processá-los em terra.
O narrador afirma que essas ações são ilegais e demonstrarão a capacidade da comunidade internacional de se surpreender ou reagir diante das "ações desonestas de Israel".
Apesar dos contratempos que a delegação enfrenta e da incerteza sobre o que acontecerá nas próximas horas, Adler acredita que a iniciativa está vencendo a batalha, pois, entre outros motivos, eles conseguiram combater a propaganda que os rotula como terroristas.
Por outro lado, ele afirma que a decisão de continuar forçou vários estados europeus a se envolverem e, por meio da mídia, manterem os holofotes globais voltados para a crise humanitária em Gaza.
Na visão do ativista, a tarefa agora é "intensificar o jogo" usando os recursos obtidos (legitimidade, atenção, infraestrutura estatal) para atingir o objetivo original.
O objetivo final continua sendo quebrar o bloqueio de forma prática e simbólica, afirma Adler, demonstrando que ele é "ilegal, irrelevante e pode e deve ser quebrado", e que isso representa um passo fundamental em direção à "libertação da Palestina".

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