Continuamos a pensar, a partir dos festivais de idiotices que nos cercam, que tudo isto é um daqueles pesadelos que enchem as telas dos cinemas com naquele gênero "comédia sinistra" ou terror ou, segundo a cultura hollywoodiana, "lendas urbanas".
Nesta insucinta trama, um tenente do exército expulso da forças militares, por comportamento inadequado, vai para a reserva, "não sei como" é promovido a capitão, garantindo uma renda vitalícia, que é o dobro das aposentadorias permitidas aos reles mortais, onde se incluí, você e eu, tal qual: "90%" dos brasileiros contratados pelo regime normal da CLT, até, é claro, os contribuintes autônomos. Excetua-se desta lista, os "10%", que são os funcionários públicos, aqueles contratados pelo regime (CLF: "Consolidação das Leis do Funcionarismo").
Ou seja, o tal "capetão", já é desde sempre um privilegiado. Lembremos, "por volta de 50% dos brasileiros, tem como aposentadoria, nunca mais que dois salários mínimos" ou seja, "2/5" das aposentadorias normais, ou "1/5", da aposentadoria do tal "capetão".
Esta informação precisa ser fixada, antes mesmo de comentarmos, algumas outras perversidades. Este personagem, em razão de uma evolução da constituição cidadã, que permitiu o voto dos (recos: "recrutas dos serviços militares"), se elegeu vereador, onde ficou, apenas dois anos, trocando, a vantajosa condição de edil, pela de des'deputado. Onde passou quase sete legislatura, como um grande inútil, sem apresentar um único projeto relevante, ainda colocou nas tetas governamentais, seus três filhos, garantindo a estes, uma aposentadoria muito melhor que as permitidas aos demais brasileiros. Ah, sem que nenhum deles tenha enfrentado os ônibus, ou trens do subúrbio carioca, que são verdadeiras latas de sardinha.
O quadro, infelizmente, se agrava, para as eleições presidenciais de "2018", graças às artimanhas da "farsa-jato", que criminalizou os pensamentos humanistas, este insucinto "capetão" que além da tal inexistente "pauta moral" fez sua campanha eleitoral, afirmando que pessoas que tem a aposentadoria maior de "dois salários mínimos" são privilegiados", justamente ele, que há tinha uma aposentadoria cinco vezes maior.
Se fosse o único absurdo desta tal campanha, já seria ridículo, só que não!
Além das inexistentes pautas morais, do fazer ver, privilégios igualmente inexistentes, de propor uma série infindável de negacionismos, entre estes o negacionismo científico, "leia-se" contra a vacina.
Graças, infelizmente, a este negacionismo, mais de setecentas mil pessoas vieram a óbito, por uma doença contagiosa, algo que alguns ritos de afastamento social e, é claro, uma campanha de vacinação, "assim que esta fosse possível" este fúnebre quadro seria evitado.
Não só as pautas morais, era uma falácia, o respeito à constituição, também, já as tais das quatro linhas, serão para ele, também, para os auxiliares próximos, as quatro linhas delimitadas pelas grades de uma cela.
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