quinta-feira, 25 de setembro de 2025

TOMO MCMLXXIX - MEU PRAGMÁTICO ANTI-ABOBRÓIDE $


A CAÇA DA CONSCIÊNCIA DOS INDECISOS 


EM NOME DE UMA ROSA 


Apesar da alusão,

Minha nada platônica,

Muito hétero paixão por uma Rosa,


Esta minha rósea paixão,

Relega, desde sempre,

A vermelhidão de uma bandeira,

Mas, apenas, se esta vermelhidão,

Vier em listras, listras vermelhas,

Num pano branco, canteado,

Canteado, por cinquenta estrelas,

Recusando a ser cinquenta e uma.


A Rosa, a quem amo,

Nos deixou, a mais de um séc.

A Rosa "vermelha" de Luxemburgo.


Meus socialistas amores de luta.


Ama a luta que ama o povo que luta.


O meu povo amado, nas ruas

O meu povo amado, organizado,

Organizando as lutas,

Em busca de nossa autodeterminação.


Foi lindo ver as ruas, 

Sempre linda, as ruas das gentes,

Gritando, a rua e do povo,

O céu é do condor,

Só que dores nos céus, são das inércias.


Hoje, é vibrante os amores das ruas.


Que saudades, das saudades, já morta.


Hoje, as mulheres, as jovens,

Ou remoçadas pela força das lutas.


Amo, a lutadora Rosa de Luxemburgo.


Nisinha Vamos


a) ontem alguém solicitou que registrássemos em crônica, a maravilha das manifestações do dia 21, optamos por dar publicidade a este texto da Nisinha.


O quê é pragmatismo? Pragmatismo é o movimento onde as pessoas, no individual, ou preferencialmente, no coletivo, abrem mão das posições pessoais, para pensar e agir de forma ampla.


O contexto histórico, infelizmente, faz parte da explicação, portanto, precisa ser lembrada.


O colonialismo, que na Europa, brande, seus latidos, contra a invasão, de cidadãos, oriundos das ex-colônias, aquelas mesmas terras, que permitiram o "enriquecer" e os confortos, de quem quer se manter nestes confortos.


No caso específico do Brasil, a ação da "mérdia colaborativa" em criar um ambiente, onde a população, aquela mesma população, a grande ganhadora das mudanças de eixo de nossa economia, não que as elites também, não tenham se dado bem! As elites sempre se dão bem. Até que?


Olhando apenas para o número de abstenção nas últimas eleições, percebemos que parcela considerável dos brasileiros, optaram por não votar.


Lembremos, o humanismo, está perdendo de "7 X 1", nas cotações, principalmente, na câmara federal, este placar poderia ser diferente, ainda que não ganhássemos, caso estes indecisos, não de ocasião, mas, fabricados, por ações, inclusive, da farsa-jato, onde os movimentos políticos populares, criminalizou apenas uma vertente política, a vertente que busca uma sociedade mais justa.


Há, na negamos, entre grande parte das pessoas, que optaram por não votar, muito mais eleitores que a diferença "pró bozo", ou seja, umas quinhentas mil pessoas, não teriam sucumbido à COVID, ou o pré -sal, ainda garantiria nossa soberania, ou os trabalhadores, ainda seriam protegidos pela CLT, nem a previdência pública estaria aos frangalhos.


Sabemos, infelizmente, ainda, que são as elites, quem mais ganham em qualquer das democracias burguesas, sabemos ainda, que o superar, deste tipo de democracia, não está no radar. Mas, a curto prazo. Ter algo próximo à metade do congresso, será, um justo avanço.


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