Neste dia de domingo, em que o inverno, já não tão gélido, se despede de nossos céus, abrindo as cortinas do horizonte, abrindo passagens para a flórida e florida primavera, que já nos premiou com encantadoras floradas dos ipês, quando as rosas, das bancas de flores, nas feiras livres, atraem múltiplas atenções, nós, brasileiros, embebidos dos sentimentos de ativam a humanidade, com olhos e atenções voltados para o viver digno, temos um compromisso com a ética.
Estarmos nas ruas gritando a plenos pulmões; "SEM ANISTIA, NÃO À PEC DA BANDIDAGEM".
Falar, no entanto, da democracia, que é um conceito humano "de convivência", não pode e nem deve ser confundido, com um simples gritar de democracia, voltado aos interesses de um pequeno grupo, que no fundo, trata-se, da democracia, apenas para uma família. Escrevo isto, pois, no Brasil, há uma única família, que explicita, em cada expressão escatológica, que só há democracia, quando, estamos sob o julgo desta tal família.
Se a afirmação acima assusta e, é para assustar mesmo, imaginem vós, que há um membro desta família, na falida, meca da inexistente democracia, "já que nesta inexistente democracia" há diversas milícias supremacistas, o simples aceitar de quê alguém pode ser superior a alguém, deslegitima como democracia, o viver deste lugar.
Voltemos ao nosso Brasil varonil, domingo na praça, ainda no inverno, "por algumas poucas horas" dia de ir literalmente e fisicamente às praças, dia de varrer alguns costumes "desta tal meca da democracia" dia de trocar os enlatados refrigerantes de lá, por nosso, apenas nosso, guaraná do Amazônia, deixar de lado os lanches das redes de fast-food, mesmo que seja por uma nada saudável "cachorro quente", coitadinho do cachorro, ou de um pastel de feira, ah, se quiserem brasileirar o lanche, um bom bauru, "um pão se miolos, queijo branco, tomate e alfaces". Que Marco Polo, me desculpe, a macarronada, é da mama.
Qualquer coisa pode, menos ir às ruas, e deixar de gritar "SEM ANISTIA, NÃO À PEC DA BANDIDAGEM'.
Já, alimentar o pombos, seria bom, que nossa sanha ecológica, pensasse primeiro em não desmatar, para um depois que deveria ter sido uns cem anos atrás, arborizar nossas ruas e avenidas, fazendo delas verdadeiras alamedas, aí, quem sabe, não falaríamos apenas de pombos, mas de pássaros.
ERRATA: Recentemente, numa destas crônicas, atribuímos, o título da crônica de hoje, como se pertencesse a uma música do Raul Seixas, fomos lembrados por um bodegueiro de todas as horas, que na verdade pertence a música de Geraldo Azevedo e Zé Geraldo, estamos desde lá, para fazer esta devida correção, porém, as correrias do momento da escrita, impediu, desculpe-nos e obrigado.
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