O presidente Donald Trump anunciou que fará um comunicado “de extrema importância” sobre o aumento de diagnósticos de autismo nos EUA.
Sem revelar detalhes, Trump sugeriu que sua equipe encontrou uma possível explicação para o crescimento dos casos e que novas diretrizes serão divulgadas em breve.
Durante seu discurso na ONU, Trump também surpreendeu ao elogiar Lula, afirmando que teve “excelente química” com o presidente brasileiro. A imprensa internacional repercutiu o gesto como uma possível virada na relação entre os dois países, antes marcada por atritos e sanções.
O histórico de desinformação de Trump sobre o autismo
Essa não é a primeira vez que Trump promove a desinformação sobre o autismo. Anteriormente, ele também divulgou uma falsa alegação de que vacinas causam autismo, uma teoria que já foi amplamente refutada pela ciência.
O problema mais amplo da desinformação sobre o autismo
O caso de Trump se insere em um contexto mais amplo de crescimento da desinformação sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA):
- Crescimento no Telegram: Uma pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), em parceria com a associação Autistas Brasil, mostrou que a desinformação sobre autismo no Telegram cresceu 15.000% em cinco anos no Brasil.
- Falsas causas e "curas": A pesquisa da FGV acordos mais de 150 falsas causas e "curas" para o autismo. Algumas incluem a falsa associação com vacinas e com a tecnologia 5G.
- Impacto negativo: A desinformação afeta variedades do diagnóstico e a busca por terapias adequadas, além de alimentar o

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