O CHAMPANHE & A ATILAÇÃO DE UM IMPÉRIO
Antes de iniciarmos nossa conversa, precisamos informar, que esta nossa super-terça, só estará conclusa, daqui a uns dez dias, ou seja, a crônica que tratará dela, terá o número 1967, no sábado, 13/09, que aproveito para os convidar para o sarau bodega do Brasil, na fundação sociologia e política, à partir das 17.
Assim o champanhe adormece em "berço esplêndido" na geladeira, não para o final do julgamento, mas, lá para o dia 14/10, quando termina o prazo de validade, dos tarifaços do Trump, aquela arma política da extrema direita brasileira, aquela força política "nacionalista/entreguista". Não se estranhem, termos uma extrema direita entreguista, já que nunca, neste país, houve, por parte das elites, um movimento nacionalista, as únicas destoante, são movimentos populares nativistas, "AH, MOVIMENTOS POPULARES, NÃO SÃO ELITISTAS.
Honestamente, espero que ninguém vá ao dicionário procurar pelo verbete "ATILAÇÃO", ele obviamente não existe, mas, poderá daqui a alguns séc, para nomear o processo de declínio de um império.
O final dos impérios, ao longo da história, quase sempre aconteceu, em virtude de um revés militar, porém, a queda do império Romano, um dos mais longejos da história, simplesmente, apodreceu.
A relação do champanhe, nesta crônica, juntamente com o apodrecimento de um império, sugiro que pensem no Brasil, como os países da América do Sul, que consomem até parafusos fabricados no Brasil, para eles, estes a famigerada colônia ianque, é um impiedoso império e, via sua ATILAÇÃO particular, está sofrendo sua ATILAÇÃO tupiniquim, com o bolsonarismo, fabricando aqui, as consequências do trumpismo na metrópole, o apodrecimento das instituições.
Na metrópole, o trumpismo, que inventou um aumento de preços dos produtos importados, aqueles, que o neoliberalismo, levou para economias subjacentes às produções menos elaboradas, com isto garantindo, uma especialização de seus parques indústrias, porém, o grau de dependência destes produtos, aliado a uma queda dos níveis de emprego em solo pátrio, fez a extrema direita de lá, capitaneada pelo trumpismo, inventou uma inflação em produtos consumidos diuturnamente pelo povo estadunidense, no caso específico do café, "importado majitoriamente do Brasil" que para nossas elites entreguistas, sonham em continuar como colônia, assim os preços do café brasileiro, tal como as carnes, tem uma inflação nas gôndolas dos supermercados, que ultrapassa as casas das tarifas de importação impostas.
Vale lembrar, países que optaram por negociar, foram submetidos, a humilhações "midiáticas e mundiais" pela personalidade egocêntrica do mandatário da extrema ianque.
Neste inemaginável cenário, é justamente, o posicionamento daquela eterna colônia, o Brasil, cujo, as elites, fabricaram além do golpe político de 16, que permitiram a ascensão de um grupo "proto-fascista", que culminaram com as frustradas tentativas de 22. O grupo que ascendeu ao poder, com as manobras ilegítimas de 16, produziram, uma ATILAÇÃO, "apodrecimento interno" das estruturas de poder, mesmas consequências que o trumpismo, está produzindo na sede do império mundial, desde o final da segunda grande guerra.
A ATILAÇÃO, deverá, num próximo ser o verbete utilizado, para nomear o processo em que as elites nacionais praticam para corroer as estruturas de poder.
Átila, foi o bárbaro que, ao invadir Roma, fazendo fugir a cúpula do governo, iniciando um novo período histórico, um tempo em que desapareceram os governos nacionais, permitindo estes poderes as estruturas religiosas.
Uhm, estas estruturas religiosas, são nas devidas medidas, os suportes para que os movimentos da extrema direita alcancem os movimentos populares.

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