Assim como os acenos de Trump ao nosso presidente Lula não nos motiva, para os bozolóides - "ainda não ouvi, nenhuma postagem dos bolzominins" - os bozolóides estão a esbravejar bravatas a rodo.
Evidentemente, falando do Luís Inácio da Silva, "o Lula" nas mesas de negociação, lembremos, enquanto sindicalista, nós trabalhadores, nunca levamos "cem por cento" das demandas, logo, mesmo não sabendo de tudo que estará em pauta. Nossas chances de vitória total, praticamente inexiste. Ainda, que também não deva haver derrota total.
Como o capetal, nunca perde, até porque, o capetal, conta com aliadas entre os descapetalizados. Neste embate, com a meca do capetalismo, os traidores de sempre, a sabuja burguesia, tem um novo expoente, o bolsonarismo.
A força do capetal, infelizmente, provocará ranhuras em nosso caminho à soberania.
Em disputa no mundo, as tais terras raras, os minerais estratégicos, as fontes de energia renovável. Certamente, perderemos algo, que antes do golpe de dezesseis, seria só nosso, se antes disto, as varreduras dos satélites ianque, já não tivesse revelado tal existência. Com este montante de riquezas, já às claras, com o entreguismo de sempre, com as artimanhas, primeiro das tramóias da farsa-jato, que culminou com a eleição do traidor mor da nação. "Algo inimaginável, também por este movimento mundial de direita volver. Certamente perderemos mais.
Nossas frentes de negociação, terá de ser muito hábil, para conseguir o beneficiamento destes minerais em solo pátrio, mas, igualmente, é certo, que a anistia aos golpistas daquele fatídico 08/01/23, não estará na mesa de negociação, ou seja?

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