domingo, 14 de setembro de 2025

POESIA PARA POETIZAR O MUNDO, ANTES QUE SEJA TARDE


 LINDEZAS DAS BELEZAS

As mulheres, naturalmente lindas,

Lindas, por serem as guardiãs,

Promotoras e proporcionadoras da vida.


O ser mulher, faz da mulher,

Uma flor, que se destaca nos jardins da vida.


O ser mulher, dá a quem não é,

Um sentimento de inveja,

Como a inveja, é um sentimento menor.


Quem sente inveja, não se contenta,

Quem sente inveja, não se controla.


Imaginem, quando nós mulheres,

Além desta natural beleza,

Ainda alia esta natural beleza,

Com a devida consciência.


Não só a consciência humana,

Já, que esta consciência humana,

Se completa com a consciência ecológica,

Já que esta consciência humana,

Se completa com a consciência de classe.


Então, esta consciência humana,

Faz da mulher que a tem,

Uma super mulher,

Supermente bonita.


Nisinha Vamos


Minha amiga, amiga não, minha ídola, Renata Pardin

.

Da escola se escola se fez escola,

No giz, de educadora e educanda,

No horizonte, apenas a certeza,

Só a luta faz melhor o dia,

Só um dia melhor para todos,

É de fato um dia melhor. 


Homenagem à minha grande amiga Renata Pardin


Daquela mencionada certeza,

Outra certeza se fez, as certezas são construídas,

Com inequívoca certeza que,

Não se ereta casa no nada, 

Toda construção precisa alicerce,

Os alicerces do mundo melhor é o saber,

Para isso milita e vive a Renata. 


Anesino Sandice 



Se a culpa dolosa dos culpados, 

São imunes à dor da culpa, 

Já a inocente culpa dos inocentes,

Vitimizam de covid, mais de meio milhão.

E a única culpa fosse a  covid, 

Genocídio gritaria a razão, 

Mas além de privar da vida,

A ignorância priva também da vida,

Priva da vida o vivo corpo,

Onde o viver é cultuar a não vida,

E faz do viver, um interativo filme de terror.


Mas que vive feito um zumbi real,

Clama em nome de um Deus da paz,

O direito de zumbizar, (viver feito um zumbi),

Enquanto se recusa a simples luz acender,

Um luz que se disponibiliza pelo clik,

De um interruptor na parede, 

Talvez seja só um interruptor, 

Mas não na parede,

Este interruptor, ou o interruptor,

É o livro, a leitura do viver em paz,

Não é, injusto qualquer paz, 

É uma paz sem inércia, uma paz da eterna revolução. 


Anesino Sandice


DESCOMPRESSÃO 


"O FIM DO ESTIGMA DE UM ONZE DE SETEMBRO"


"Por décadas, convivemos com um estigma,

O onze de setembro, dia do arranhar do império,

Afinal, quatro aviões roubados,

Dois, se chocaram com as torres gêmeas,

Estas, ruíram, mortes, na sede do império,

Um dos outros quatro,

Atingiu o pentágono,

O quarto abatido, um ato heróico,

Típico, hollywoodiano.


Mas, será?


Seria tão funesta assim,

A tal propalada segurança,

Dos defensores da segurança da liberdade?

Das mortes, tal qual os condenados,

Do oito de janeiro,

Só a arraia miúda, daí a suspeição.


Os mortos de lá, os condenados de cá,

Pura arraia miúda,

O de lá, as explicações, que enxovam as mídias,

Ah, enxovam, as mesmas mérdias golpistas,

Fazem, fazer inveja, aos mi-mi-mis,

Defecados pelo inominável,

Quando os mortos eram da arraia miúda.


Os mortos de lá, invasão,

Os mortos de lá, destruição de uma pátria,

Os mi-mi-mis viraram retaliação.


As arraias miúdas, condenadas de cá,

Têm agora as nobres companhias dos,

Bagrões, uma sutil diferença,

Que encerra o estigma de um onze de setembro".


Anesino Sandice 

E EU, NA, OPS, EM DUPLAS TORCIDAS


(Torço, para que o Gonet,

Peça,

Para que o Xandão,

Decrete,

Para que a PF,

Cumpre,

Que o inelegível,

Veja,

O Sol nascer quadrado.

Por outro lado torço,

Só por uma reprimenda,

Que ele sinta o bafo,

Do agente da mesma PF,

Fazendo,

Um sonoro:


TOC-TOC-TOC 


Anesino Sandice 


LINDEZAS DAS BELEZAS


As mulheres, naturalmente lindas,

Lindas, por serem as guardiãs,

Promotoras e proporcionadoras da vida.


O ser mulher, faz da mulher,

Uma flor, que se destaca nos jardins da vida.


O ser mulher, dá a quem não é,

Um sentimento de inveja,

Como a inveja, é um sentimento menor.


Quem sente inveja, não se contenta,

Quem sente inveja, não se controla.


Imaginem, quando nós mulheres,

Além desta natural beleza,

Ainda alia esta natural beleza,

Com a devida consciência.


Não só a consciência humana,

Já, que esta consciência humana,

Se completa com a consciência ecológica,

Já que esta consciência humana,

Se completa com a consciência de classe.


Então, esta consciência humana,

Faz da mulher que a tem,

Uma super mulher,

Supermente bonita.


Nisinha Vamos

Era quarta, 27/08/20,

Alguém perdeu a chance de ser grande,

"Só perde a chance de ser grande",

Quem nunca foi grande,

Talvez, esteja eu sendo injusto,

Já que grande mentiroso, é grande,

Um grande incompetente, é grande,

Um grande um sete um, é grande,

Um grande usuário de msmatas, é grande.


Corrigindo então, no mesmo mês,

O mesmo de agosto em décadas anteriores,

Presidentes em exercícios foram grandes,

Um se matou, por pressão,

Vinte e quatro de agosto.


No dia vinte e cinco, décadas depois,

Um presidente renúncia,

Para fazer pressão.


No dia vinte e seis, ontem,

Esperei que o incompetente,

Não perdesse a chance de ser,

Realmente grande e,

Assumisse sua incompetência.


RENUNCIE PRESIDENTE BOLSONARO ,

Mesmo pulando o dia vinte e seis,

Ainda é agosto.


Anesino Sandice


LINDEZAS DAS BELEZAS


As mulheres, naturalmente lindas,

Lindas, por serem as guardiãs,

Promotoras e proporcionadoras da vida.


O ser mulher, faz da mulher,

Uma flor, que se destaca nos jardins da vida.


O ser mulher, dá a quem não é,

Um sentimento de inveja,

Como a inveja, é um sentimento menor.


Quem sente inveja, não se contenta,

Quem sente inveja, não se controla.


Imaginem, quando nós mulheres,

Além desta natural beleza,

Ainda alia esta natural beleza,

Com a devida consciência.


Não só a consciência humana,

Já, que esta consciência humana,

Se completa com a consciência ecológica,

Já que esta consciência humana,

Se completa com a consciência de classe.


Então, esta consciência humana,

Faz da mulher que a tem,

Uma super mulher,

Supermente bonita.


Nisinha Vamos


MENTE O MITO


Mente o mito mentiroso,

Mente os mitistas mentirosos,

Preciso apenas lembrar,

"O mente aqui é verbo"

Se fosse um substituto,

Haveria uma mente,

Que por ser mente,

Não mentiria.

Se a tal mente fosse adjetivo,

Estes mentirosos não negariam a ciência.


Falta mente, na mente, 

E por não ter mente, na mente,

Sobra na falta de mente,

Muitas mentiras.


Falta na mente uma mente,

Sobra uma vontade danada de mentir,

Até aí sem problema,

O problema é que a mente que mente,

Tem seguidores a mil,

Assim, não é só a mentira da mente,

Tem seguidores a mil,

Espalhando as mentiras da falta de mente,

Assim as mentiras da falta de mente,

São espalhadas por mais de um batalhão.


As meninas da mentira da mente que mente,

Não destruiriam totalmente uma nação.


Anesino Sandice


MATUMBI


Ainda ontem passei na frente de uma igreja, 

Igreja da ordem do rosário dos homens pretos,

Minha mente voltou no tempo, 

Maus século e meio,

A igreja hoje vazia, 

Na nada turba visão, 

Homens negros de camisa de fustão,

Abotoadas até o pescoço,

Abotoadas em pleno verão, 

Já na senzala, em pleno inverno, 

Dorso nu, pois o suor impregna o pano,

E as negras não podem perder tempo, 

Tempo só para os donos dos grilhões. 


Ainda ou já, neste século, ano e mês,

O branco machista e racista pastor, 

Pregava a igual santidade, 

Da vida no pós morte,

Aqui a sacracidade dos negros e mulheres,

Só pagando o dízimo e não reclamando,

Da penumbra do viver calado, 

Dos grilhões da invisível escravidão,

Só a calada conformidade, 

Faz do negro, da mulher e do pobre,

A sagrada joia MATUMBI.


Anesino Sandice


DISTÂNCIAS


A insuportável distância,

De mim para os meus eus,

Se mede em IA.


Falando em IA,

Seria possível ver,

Os anéis de Saturno,

Só não será visível,

O fim da ignorância humana.

A interminável ignorância leva:

A alguém que se diz cristão,

Votar em quem defende a tortura,


Os anéis de Saturno,

Estariam visível,

Se a noite estivesse clara,

Já o fim da imperceptível ignorância,

Leva ao tal cristão,

Eleger quem defende a "reexecução",

Do mesmo Cristo que ele diz seguir.


Talvez os eus, das inimaginável,

Reencarnações expliquem.

Quanto a esta minha única existência,

Digo, a distância da humanidade,

Da superação da era bélica,

É intransponível.


Santo SemFé


Preço do feijão, 

Não cabe num poema, 

Já a porção, sacia o corpo,

E o corpo saciado pelo feijão, 

É capaz, até de fazer um poema. 


Anesino Sandice


MINHAS FOMES


Tenho fome de pão,

Ainda que não falte,

Na minha mesa,

Mas falta pão em muitas mesas,

É justamente estas mesas onde falta pão,

Que me faz dizer que sinto fome de pão.


Tenho muitas outras fomes,

Tenho fome de liberdade,

Ainda que me digas livre,

De quê liberdade dizes que tenho?


Teria eu a liberdade de pensar?

Respondo sem pensar que não,

O limite de meus pensamentos,

Tem uma limitação do desconhecimento,

Não me foi permitido aprender,

Ainda que confesse que aprendi muito,

Infelizmente sei que este muito que aprendi,

É nada, e por ser nada o meu saber,

É que me faz ter fome de saber.


Mas certamente sei,

Que há uma fome que não tenho,

Não tenho fome de saber do teu amor,

Ainda que tenha uma eterna fome,

De merecer o teu amor.


Mas sei que só posso te amar,

Se não houver a liberdade de ter amar,

Vou lutar para que eu possa te amar livremente.


Otavinho da Proprietária




Nenhum comentário:

Postar um comentário

SBP em pauta

DESTAQUE

GUERRA CONTRA AS DROGAS: A velha ladainha americana para intervir na América Latina

Desde o seu início, na década de 1970, a guerra às drogas promovida por Washington na América Latina tem sido alvo de controvérsia e debate....

Vale a pena aproveitar esse Super Batepapo

Super Bate Papo ao Vivo

Streams Anteriores

SEMPRE NA RODA DO SBP

Arquivo do blog