"ENTRE A INDEPENDÊNCIA QUE NUNCA EXISTIU E O COLONIALISMO LATENTE"!
Chegamos ao docentésimo terceiro aniversário da nossa independência, algo que nossas elites nunca suicidaram, logo nunca construíram.
A infeliz verdade é que o projeto de nação, "sempre temporário" durante embates bélicos de nossas metrópoles de ocasião, altamente suprimidos, quando as potências que "reinavam aqui", puderam voltar a explorar seus domínios.
Esta trágica rotina, parecia ter chegado ao fim, em 01/01/03, quando uma candidatura de um partido não tradicional, alcançou a presidência da República, mas, não uma composição parlamentar que a sustentasse, ainda assim, esta legenda, logrou-se vencedora em quatro eleições subsequentes. Tal ironia, não passou batido, nem para as elites entreguistas de sempre, nem para metrópole de plantão, um outro golpe foi engendrado, este com o sublime rótulo de "impeachment", em desequenciamento institucional, sem razões constitucionais para tal. Porém, a "mérdia colaborativa" assumindo seu papel de quarto poder, fez a opinião pública crer que havia tal "injustificada" justificativa.
A potência de plantão, ao que parece, aliada a setores das elites locais, com o auxílio de setores do judiciário, além de interferir no processo eleitoral, cassando uma presidenta democraticamente eleita, ainda impediu que a sucessão do mandato do golpista acontecesse.
Em virtude do carisma, tanto do líder partidário de 2023, quanto pela organização deste partido, ele voltou a vencer as eleições presidenciais, agora com uma composição, ainda pior que nos quatros mandatos anteriores.
O entreguismo derrotado nas eleições presidenciais de 2022, porém, com uma base parlamentar, ainda mais ampla, arquitetou um novo golpe de Estado. Golpe, este não vitorioso.
O embate entre o entreguismo e o de uma pátria, lateja, nas relações diárias desta República, onde as elites entreguistas, a querem um republiqueta de bananas, o líder eleito da metrópole de plantão, que "gesta" um estado em situação falimentar, já que esta administração consome dois orçamentos e meio por ano, tenta impor, por seu poderio bélico, uma saída para uma de suas costumeiras crises. Esta são as necessidades de lá, que trazem consequências danosas para todo o globo terrestre, mas, aqui?
Bem, aqui, os herdeiros do golpe de dezesseis, aquele golpe, cujo, os motivos foi inventado, mantém na sede da metrópole, ou do império, um parlamentar eleito no bojo do golpismo, e o neto do último ditador, arquitetando uma anistia para os golpistas de 2023, que caso passe, será a volta do Brasil a sua condição de colônia. Situação esta, que só não existiu nos três primeiros mandatos e meio do partido hora no poder e nesta fração em curso.

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