O Brasil vive uma pendenga constante: um país que não cultua a memória.
Nesse esquecimento, floresce o culto aos tempos sombrios — o apagamento da realidade — como se a cegueira pudesse anestesiar a fome.
SÓ PARA LEMBRAR:
Detesto ser portador de péssimas notícias, mas?
No Brasil, para delírio dos bolzominiuns,
Tem pena de morte sim senhor,
Mas, para crimes, que em tese,
As pessoas são levadas por circunstâncias,
A cometer, a pena de morte no Brasil,
"Pelotão de fuzilamento", é:
Para traidores da pátria,
Leia-se: PATRIOTÁRIOS.
Claro, esta limitada possibilidade,
Não está no código civil,
Mas, no código militar,
Caserna, ou recanto imaginado do bolsonarismo.
Ou seja, ir lá fora, implorar por sanções,
Ou seja, ir lá fora, trocar no segurança, por:
Um alento numa campanha presidencial, pode!
Assim, o 01 e o 03,
Bem como o "nepo-avo" ditatorial,
Se candidatam diuturnamente a uma pena,
Que eles e sua trupe, imploram para haja.
Lembraria eu, que não sou pinitivista,
Lembraria eu, que sou favorável a uma educação,
Educação de fato, aquela que mostra os erros,
Lembraria eu, que sou favorável a uma educação,
Uma educação de fato, aquela que permite,
A correção de rumos, então
Sou favorável que os bolzominiuns aprendam,
Que dia da pátria, só uma bandeira,
"A DO BRASIL",
Então que no outubro próximo,
O bolsonarismo, não os bolzominiuns,
Tenha o final "nunesista" relativo o alcáide paulistano,
Um incinerador de lixo.
Anesino Sandice

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