A cena, é sempre um pobre de direita,
Algo, como uma questão,
Um tanto como bíblica:
É por isso que deus, não dá asas a cobra.
Mas, o pobre de direita,
Para ser um pobre de direita,
Se imagina na caverna de Plutão.
Então, como o universo é,
O interior da tal caverna,
Mas, sua caverna é mental.
Não há, assim nenhuma filosofia socrática que o liberte.
Para que o pobre de direita,
Nunca se liberte,
O mar de respostas prontas,
"Na forma de perguntas" reinam em seu universo.
Neste insucinto universo,
As demandas do Brasil,
São as mesmas do séc passado,
Mas, não só, mas também, para um Brasil,
Este mesmo meu Brasil brasileiro,
Volte a ser colônia, não lusitana,
O Brasil do séc XXI, teria segundo estes,
A ver trêmulas no mastro da praça dos três poderes,
A listrada de vermelho bandeira do império do mal.
Mas, e o PT?
Mas, e o Lula?
Perguntas frequentes, que não respondem nada,
Só que? Mantém ativado o sentimento de colônia.
O séc XXI, não apagou os quinhentos anos de história,
Nestes quinhentos anos, além da colônia,
Houve quase quatrocentos de escravização.
As bolsonarices, omitem a história.
Resgatar a história, passa sem violência alguma,
Mesmo sem violências, é preciso superar as bolsonarices.
Então, quantas e quem são as pessoas, que te pergunta: mas?
Claro seria, mas, não para as bolsonarices,
As molas que catapultam os saberes.
Ou seja, o perguntar e salutar,
Mas, ouvir as respostas também!

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