Entre os resgates de memória trazidos pelo filme: "AINDA ESTOU AQUI", o caso de meu amigo, o jornalista Dermir Azevedo e sua prisão vieram a mente. Não só a prisão dele como de sua esposa, aliás, cena também vista no filme, com a prisão de Eunice. Entretanto, se no filme, os filhos pequenos ficaram em casa com a empregada, acompanhados por policiais da repressão, para além da história real retratada no cinema, no caso do Dermir, seu filho de um ano e oito meses foi levado para o cárcere.









