quarta-feira, 29 de outubro de 2025

TOMO MMXII - ENTRE O ÂMAGO O AMARGOR


a) quando criança, lá no primeiro ano do primário, quando fomos apresentados às operações "aritméticas" também fomos apresentados à "expressão" a ordem dos fatores, não alteram o produto, antes desta, "a ordem das parcelas, não alteram o resultado" que era verdade, enquanto, as questões eram aditivas, mas não, quando redutivas, ou divisórias.

Claro, tal lógica, só se aplica no primário, hoje, no universo até as primeiros anos da educação básica. "Conjunto dos números naturais", quando ampliamos nosso horizonte, a expressão virou "a ordem dos tratores, não altera o viatudo".

Nosso horizonte, de exemplos, se complicou de vez, quando nossa curiosidade chegou à química, ali, a ordem da mistura, altera radicalmente "o gosto", para quem dúvida, tente experimentar a mesma mistura de um drink, "Dreher com cynar, depois inverta, cynar com Dreher" o amargor, muda é muito.

Caso estivéssemos falando de criminoligia, a promotoria, precisa descrever exatamente a ordem das ocorrências, para não deixar brechas para a defesa, uma vez, que esta, via de regra, faz do algoz, uma vítima, para inocentá-lo, mesmo quando a vítima é de estupro e menor.
Mas quando a vítima é a democracia, a antropologia humana, "relacionada, tanto pela via religiosa, que se mistura, com a legalidade" não só, mas, também, pelo fato, da igreja, ter "herdado" a gestão do Estado Romano, que era também, tudo o "mundo" aceito como civilizado.

Aqui, o amargor, da inversão, não é perceptível, pois, segundo o professor José Geraldo de Souza Junior, a direita, ainda presa à lógica de um Estado "sacro", não tem condições para enxergar um mundo onde possa existir liberdade religiosa, ou que questões de gênero, são evidenciadas, não que eles neguem a existência, nem mesmo, quando acontece em suas famílias.

Negar à realidade, seria algo confortável, só que até o surgimento de algo confortável, surge as espertezas, "muitas vezes, estas espertezas, são naturalizadas de tal forma, que nem chega a ser perceptível.
Então, se para dízimo, enriquecendo pastores, para que estes defendam um mundo, onde a democracia, é aquela do Estado "sacro" nunca do Estado laico.
Infelizmente, o âmago da questão, retrata o amargor, mas, para tal, precisamos fazer com que cada vez mais pessoas, possam perceber que, coisas simples, como "três mais quatro, não pode ser a prova real de três menos quatro" que na visão de quem enxerga o mundo no universo do números naturais. Ou seja, no universo numérico de uma criança do início do letramento.

Quem ainda vive, no universo do Estado sacro, precisa perceber o desrespeito que esta mesma pessoa sofreria, caso fosse para um país em que sua religião não fosse a predominante.

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