DE UM TRINTA E NOVE SEGUNDOS, "OU TRÊS VEZES TREZE"
Quimicamente falando, foi um alumínio, "já que é justamente os usuários dos chapéus de alumínio, que transitam por um universo irreal. Foi então a química de um casual, "nada casual", encontro entre os dois presidentes de dois países americanos, que está arrebentando as alumínicas proteção para os semi-lacros carentes de cérebro dos bolzominins.
As redes sociais deste pessoal desprovido de cérebro, dançam mais que batata tonta, fugindo da nuvem de inseticida, que eles optaram para tingir o céu sobre o ninho.
Claro, primeiro eles negaram que tal "casual" encontro, seria possível, já que advogavam o controle total da agenda presidencial estadunidense, confesso, como as idiotices, enxergam como meca da democracia, uma nação que "tolera" a existência de milícias supremacistas e, estas, apoiaram a eleição do atual mandatário de lá, os alumínicos, festejaram sanções contra nossa pátria, (que também, "como registro" também é a deles).
Depois da explicitação, pelo bozo de lá, que tal encontro houve, que além do encontro, casual ou não, sobrava aos traidores desta nossa Pindorama, a construção de uma "fuleira" narrativa, que o bozo de lá, daria ao metalúrgico forjado nas batalhas sindicais, os mesmos tratamentos destinado pelos pastores cobradores de dízimos, a seus fiéis, paguem o dízimo, tenham o inferno na Terra, para que nós, seus pastores, tenhamos o céu na Terra, uma vida de bonança, de jatinhos, mansões, carros de luxo e iates, enquanto vocês sonham com este nosso céu, no pós-morte.
Houve, no entanto, os tais trinta e nove segundos, seis dias depois, um vídeo-chamada de trinta minutos, de prático, confesso, ainda não houve nenhum dado concreto. Mas, para os fúnebres, olhares deste pessoal da extrema direita. A morte da narrativa não tem preço, ou ponto, de improvisarmos o improviso para a crônica de hoje.
Está simplesmente delicioso ouvir o som do silêncio das redes bolzominins. Falta, é claro, ouvir este mesmo silêncio deles, quando eu, contrariar minha defesa aos ouvidos dos pets, e soltar alguns rojões, quando da prisão do inominável.
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