A China reafirma sua posição como potência tecnológica e científica em 2025. O governo aprovou um ambicioso plano de desenvolvimento com foco em inovação, sustentabilidade e abertura econômica.
O país investe pesadamente em inteligência artificial, computação quântica, biotecnologia e energias limpas, buscando reduzir a dependência de tecnologias ocidentais e liderar a próxima revolução industrial.
Um dos marcos recentes foi o lançamento do robô humanoide “Jinlong”, capaz de realizar tarefas industriais complexas e suportar cargas de até 60 kg. Desenvolvido em Wuhan, o projeto é símbolo da nova era da automação chinesa. Além disso, a IA Deepseek, treinada com bilhões de parâmetros, promete competir com os principais modelos ocidentais, como GPT e Gemini.
A China também lidera em 57 das 64 tecnologias críticas mapeadas pelo Critical Technology Tracker, incluindo baterias de estado sólido, redes 6G e sensores avançados. A diplomacia tecnológica chinesa se intensifica, com parcerias estratégicas na Ásia, África e América Latina, consolidando sua influência global.
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