Muitas vezes eventos localizados ganham relevâncias mundiais. São eventos que seriam apenas fatos isolados, mas por via de circunstancias inesperadas adquirem tal importância, que impactam no cenário mundial.
Dentre estes eventos, que chegava a ser inimaginável, está a eleição de um operário à décima-terceira mundial, entre as ressonâncias desta eleição, até inimaginável" é que esta décima-terceira economia e, cliente assíduo do FMI, não apenas, deixou de ser cliente deste organismo internacional, e subiu alguns degraus nesta escala das economias mundial, mas, não só.
Além, da ascensão entre as economias mundial, o tal operário, se colocou em pé de igualdade ante as lideranças de todas as potências. Neste cenário, a "pretensa" primeira economia, aquela que se pretende ser o berço da democracia, que além de impor, nunca respeitando as auto-determinação dos povos, fato que já descaracteriza como democracia, que além disto, convive com milícias supremacistas, ao ver deste cronista, o mero aceitar de milícias supremacistas, desfaz a falácia democrática desta nação.
Saímos das questões históricas, para o hoje, a tal democracia, "exemplo mundial", está fazendo o que sempre fez, interferindo, a seu bel prazer, nos destinos de nações que sempre se limitam a aplaudir.
Se historicamente o tal operário conseguiu ser respeitado por todos os governos do mundo, inclusive, os presidentes desta tal democracia.
Acontece, que esta tal democracia, elegeu alguém que deixa transparecer uma vontade de ser coroado "imperador" mundial.
É exatamente neste cenário, que deve acontecer uma reunião entre o governante, da tal "antidemocrática" democracia e aquele mesmo operário que não se curvou ante a nenhum outro governante. Os puxa-sacos de plantão, quer nas estruturas do poder oficial, "executivo, legislativo e judiciário" e até mesmo, a não oficial, a imprensa, ou quarto poder, principalmente por amplos setores desta, falar diuturnamente os interesses das elites, no caso brasileiro, entreguista e colaborativa, fala como se o Brasil ainda fosse uma colônia, já não mais de Lisboa, hoje se Washington.
Certamente, reconhecemos o poderio bélico da tal "democracia", com isto sabemos, que qualquer confronto nessa hipótese, é impensável. Daí a fazer com que nossa pátria, seja apenas um tapete, é quer de mais.
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