sexta-feira, 24 de outubro de 2025

TOMO MMVIII - NEANDROLOGIA


a) "neandro do grego= igual a novo homem" "logia também do grego=estudo" logo NEANDROLOGIA, estudo do novo homem!
Para que pudéssemos enxergar este novo homem, primeiro seria preciso que ele existisse, parece paradoxal, no entanto, nossas referências da humanidade, vem da mitologia judaico, ainda que a arqueologia, nos leve a encontrar os resquícios da existência humana, uns duzentos mil anos antes.

Olhando os estudos da psiquiatra, "Freud e Jung", apontam a "descer da árvore", referência da organização social, vem exatamente do controle da sexualidade. A mesma sexualidade desconstruída diariamente pelas ideologias da direita.


A direita, para se estruturar como força política, apela para uma moralidade, que não tem referência nenhuma nos mesmos textos bíblicos, quais estes agrupamentos políticos querem justificar seus atrasos travestidos de evolução.


Nem Abraão, patriarca do judaísmo, que é a origem do cristianismo, nem Davi, casa da qual se atribui a árvore genealógica de Cristo, trás o tal exemplo de família tradicional, ou seja, tudo não passa de uma ressentida incompreensão.


As organizações sociais passam sempre pelo viés da mitologia, a mitologia humana, advinda do judaísmo, é basicamente o controle da sexualidade, principalmente a feminina.


Os movimentos da direita tentam moralizar aquilo que, na bíblia, nunca existiu.


Também é certo, que esta aparente moralidade, faz nascer uma outra variante, a prostituição, "feminina" largamente encontrada e criminalizada e a masculina, esta sofre do viés moral.


Nem em Roma, Atenas, ou Jerusalém, aparece nenhuma perseguição ao homossexualismo, a prostituição, no entanto, coexiste. Com as críticas das senhoras moralistas, mas fartamente frequentadas por seus maridos. É pura hipocrisia.


A mulher moralista que repreende a prostituição, vive a aparência do casamento, assumindo o papel de parideira, no entanto, a prostituição é uma extensão de seu casamento de aparência. Este movimento de aparência desemboca nas políticas conservadoras.


O conservadorismo, que prega o controle da sexualidade das senhoras frequentadoras das igrejas, enquanto seus maridos vão aos devaneios, nos prostíbulos, no entanto, a moralidade da sociedade, seguia inquestionável. A questão, não é moral, é de controle da mobilidade social, através de seguidas reprimendas, onde a sexualidade é apenas o apego para mobilizar os desprovidos das benéfices social, para o deleite dos abastardos. Pura hipocrisia, que faz do conservadorismo a grande arma de controle social, a liberdade, ou a utilização do sexo, como ferramenta de alpinismo social, é sempre bem vinda, quer como escada, ou deleite da meia- dúzia.  

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