O Brasil encerra o terceiro trimestre de 2025 com sinais mistos na economia.
O Produto Interno Bruto (PIB) apresenta crescimento de 2,4% neste ano, superando expectativas anteriores, mas com projeções menos otimistas para 2026, quando o avanço deve cair para 1,9%. Esse desempenho reflete uma combinação de fatores: aumento da demanda interna, exportações agrícolas robustas e investimentos em infraestrutura, especialmente em energia renovável.
No entanto, o país enfrenta um alerta fiscal. A dívida pública como proporção do PIB está em ascensão, colocando o Brasil em um grupo de risco ao lado de grandes economias como China, França e Estados Unidos. O governo busca conter gastos e ampliar receitas com a implementação da reforma tributária, que promete simplificar o sistema e reduzir desigualdades, mas ainda gera dúvidas entre empresários e economistas.
A inflação está sob controle, mas o desemprego permanece elevado em algumas regiões. O setor de serviços lidera a recuperação, enquanto a indústria ainda sofre com gargalos logísticos e alta carga tributária. O real se mantém estável frente ao dólar, mas a volatilidade internacional exige cautela do Banco Central.

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