A guerra em Gaza completa dois anos com um saldo devastador: mais de 65 mil mortos, a maioria civis, segundo dados divulgados por fontes internacionais.
Recentemente, um plano de paz mediado pelos Estados Unidos resultou em uma trégua frágil. A proposta exige que os palestinos desistam de processos judiciais contra Israel em tribunais internacionais, o que gerou críticas de juristas e ativistas. O plano prevê a criação de um governo tecnocrático em Gaza, excluindo a Autoridade Palestina até que reformas sejam implementadas.
Israel afirma que suas ações visam combater o Hamas, mas a comunidade internacional questiona a proporcionalidade dos ataques. A situação humanitária é crítica: hospitais colapsados, escassez de alimentos e água, e milhares de crianças órfãs. A reconstrução depende de ajuda internacional, que enfrenta obstáculos políticos e logísticos.
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