O ex-juiz, ex-ministro da justiça "desgoverno do bozo", verdadeiro popstar, para a mérdia, "hoje colaborativa" na época e "sempre", uma verdadeira extensão de uma burguesia "nacional" desprovida de projeto de nação e, por consequente, de patriotismo, que se "amuleta" mais uma palavra inexistente derivada do inexistente verbo "amuletar" fazer de muleta justamente nesta falta de patriotismo para organizar suas ações.
No processo, "fabricado para devolver" ao partido da burguesia nacional, o PSDB, ao comando da nação, neste "infame", uma fala atribuída a dupla, que deveria ser inexistente, "juiz/ministério público", cunhou uma frase celebre pela inexistência "NÃO TENHO PROVAS, MAS, TEMOS CONVICÇÃO", se há provas, elas, inexistem no processo. Se não houveram provas para a condenação, "mais setecentas mil mortes, escândalo das jóias, tentativas de interferências nas estruturas do Estado" são alguns dos relatos, inclusive, do "imencionável" ex-desministro. A igualmente, não mencionável dupla "juiz/ministério público" mesmo sem provas, mas, com muita convicção, abriu as portas do comando do nosso Brasil, para a fase do "Trump, i live you", com as igualmente indevidas, reverências públicas tanto dos bozos, dos bozolóides e dos bolzominins, à bandeira estadunidense. Chegando ao cúmulo, de levarem uma bandeira gigante do império decadente, as comemorações do dia da pátria.
A razão desta crônica, só para não se estender muito, é sobre convicção, ainda que haja provas da fala, falta-me, inclusive convicção do dolo, não da culpa, o tal imencionável, na época, apenas "ex-juiz e ex-desministro" falou que o ministro do STF vendia decisões.
Sem provas do dolo, o dolorido é que este juiz a senador e, ainda é favorito a eleição para o governo estadual. Apelo então a qualquer possível resquício de consciência do eleitor paranaense, leiam, "se possível o processo no qual este personagem condenou o Lula" se encontrarem qualquer indício de prova, nos avise.

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