Teatralizar uma realidade como arma política, ops, talvez a política tenha sido o primeiro palco teatral... Isto muito antes da humanidade pensar, não no teatro, mas na política!
Se no início da organização política, a solução vinha pelo braço, mas antes de chegar à solução braçal, a força do "ex-gestor" precisava ser questionada. Antes da humanidade chegar à democracia grega, houve muito tempo para maturação do "teatro" político, lembremos, a democracia grega, convivia com a escravização "dos não patrícios". Não se tratava aqui de uma escravização pela questão econômica, tal as escravizações do milênio passado.
Nossa conversa hoje é sobre a "pseuda-crise" pela qual o Brasil está vivenciando. Para que vivamos uma crise, inclusive de moralidade", é vendida aos brasileiros, a bonança, inclusive moral, na desgestão do inominável, claro, para tal, as mais de setecentas mil mortes, inexistiram, bem como as tentativas de interferências na PF, nem os escândalos das jóias, muito menos os quase "R$10,00", que chegou a custar a gasolina em quase todo o país, ops, temos de lembrar que o desemprego na fatídica desgestão, beirou aos 14%, naquele danosos dias, a mérdia burguesa, só para agradar os amigos do dono do posto, não questionava. Hoje, que a mesma gasolina, trinta meses depois, está custando R$6,00, a mesma mérdia burguesa, diz que está um absurdo, até mesmo aqueles catastróficos índices de desemprego, "14%", hoje é vendido como salutar.
Mas, o que mesmo, está por trás disto? Talvez, a teatralização, de um "pseudo-patriotismo", aquele patriotismo, qual em todas as manifestações políticas, há, além de muitas bandeiras do império do mal, os pseudos-cristãos, expõem radiantes bandeiras exatamente da nação que impôs a pena de morte ao Cristo, que eles dizem seguir.
Sempre seremos obrigados a perguntar: quem financia "e porque", existe esta "pseuda-crise" política, econômica e moral no Brasil, que vive uma tendência de pleno emprego?
Certamente, está nos embates da moral, a fabricação desta inexistente crise.
Os fabricantes desta inexistente crise, pleiteiam por uma sociedade "branca, misógina e velha", como estas aparências, não são a tônica da sociedade, há a venda, e o que é pior, a compra destas desverdades.

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