Ainda refletindo pela ótica "mito-antropológica", reforçando a oferta dos conhecimentos da mitologia grega através da obra-de-ficção do escritor estadunidense Rick Riordan, que transfere o monte Olimpo, para Nova York, capital mundial do capetalismo, isto não é atoa.
b) passamos ainda nesse caldo, na "diarréia constitucional" que foi a aprovação de duas pérolas aprovadas pela Câmara Federal.
Há, na bíblia, duas citações, que não aparecem em nenhuma das pregações de Cristo: (Romanos, 8:34 e ATOS 2:33), ainda que tal citações, só venham ser relevante depois da revolução francesa, mas, ela está no centro desta conversa, neste registros, Cristo, está à direita do pai, "Deus", fazendo com a igreja cerre fileiras no conservadorismo, "direita", onde sempre esteve, em contraposição, as ordens saídas da revolução.
Alguns pontos precisam ser elucidados: o Deus, do qual Cristo seria filho, criou uma sociedade "anárquica", sem governo, organização tribal, num cenário de reinados, onde os reis, tinham o direito sagrado de reinar, também, uma sociedade desmilitarizada, que, por não ter governo, também não tinha exército, ou seja, se qualquer leitura dos evangélicos ligaria facilmente este Cristo ao comunismo, que é de esquerda. Ah, estar sentado à direita do deus pai, está na oração "O CREDO", largamente entoado nas igrejas católicas. É natural que um comunista, esteja à direita de um anarquista.
Se igreja, "católica", sempre foi de direita, ela realmente nasce no final do séc IV, com o imperador Constantino, que a cria, ou melhor, a modifica, para "pacificar" o império, atraindo para ele, os discordantes.
Se a igreja, "católica e depois as protestantes" são reações às propostas progressistas, seria absolutamente normal se pensássemos nas questões antropológicas, que criaram esta igreja, ou igrejas.
As razões para as guerras, dão sempre a fome de poder de um alguém, ou alguens, líderes de um povo ou nação, que contraria radicalmente, a ideia de um Deus único, mas as guerras, acontecem e acontecerem também, em nome deste Deus.
Chegamos ao séc XXI, com um claro "direita volver', vindos de grande parte das igrejas evangélicas "pentecostais, mas também dos setores conservadores da igreja católica", este conservadorismo, não só elegeu o ex-despresidente, quase o reelegeu, e elegeu, por tabela, um congresso, que está em franca oposição aos textos constitucionais, numa das duas "diarréias constitucionais", aprovadas por esta Câmara, está "a sustação" de um processo criminal por tentativa de golpe de Estado, "sustar" este processo, ou melhor, parte deste, em relação ao deputado Alexandre Ramagem, é um preceito constitucional, "os crimes que teriam acontecido depois da diplomação", não os anteriores, muito menos, os crimes de outras pessoas. Nesta "pendenga", a mesma pendenga de sempre, o Cristo que nunca foi conservador, que motiva desde sempre os pensamentos conservadores.

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