O cenário ainda é uma tentativa de compreender os fatos ocorridos no Brasil. Na última, felizmente para a saúde da legitimidade e dos democratas, a tentativa foi infrutífera. Assim como a invasão do Brasil em 1500, que foi consequência de muitos eventos a levar, entre outras, à formação de uma força de segurança - "ffaa" mercenária - este mercenarismo, ou seja, falta de amor pátrio, está nas raízes de todos os golpes que o Brasil foi obrigado a suportar.
As tentativas dos eventos golpistas de "2023" é uma consequência direta do golpe de sessenta e quatro, que antes deste, houveram diversos outros golpes, não tão infrutíferos assim. Assim como o golpe de sessenta e quatro, a utilização do poder de mobilização das organizações religiosas conservadoras é inquestionável. Desta vez, apenas destoa o fato dos evangélicos, quase inexistentes em sessenta e quatro, ser a absoluta maioria agora.
Apesar desta parcela da população ser aquela que, como massa de manobra, "vandalizou" a praça dos três poderes, bem como os edifícios, ali existentes, e exatamente por isto, parte dela têm recebido condenações judiciais, eles são, apenas inocentes, úteis desta trama macabra. Vale sempre realçar, que o desconhecimento de ser ilegal uma conduta, não absorve o praticante de tal ato. Ou seja, as condenações são cabíveis.
Nossa conversa, no entanto, versa sobre a inexistência de heroísmo, na possível voz de prisão ao capetão golpista. Ainda que tal ameaça, ao que tudo indica, tenha realmente acontecido, a falta de apoio externo, parece ser a grande motivadora do ato. Não a convicção do general. Talvez, muitos venham ressaltar o posicionamento do brigadeiro Batista Júnior, obviamente, num cenário onde as forças armadas sempre exibiram suas "facetas" golpistas, alguém que obedece a constituição, chega a perecer digno dos mais profundos elogios, infelizmente, não, o brigadeiro Batista Júnior, cumpriu seu dever.
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