"HÁ, PESSOAS QUE REALMENTE INCOMODAM. HÁ, NO ENTANTO, PESSOAS QUE SE INCOMODAM COM PESSOAS, PELO SIMPLES FATO DE ESTAS PESSOAS EXISTIREM. HÁ AINDA PESSOAS QUE FABRICAM INCOMODAÇÕES"! de um louco qualquer
As misoginias, até natural das sociedades humanas, caso, estivéssemos fazendo um estudo antropológico, do como a esta mesma humanidade se "desenvolveu", até os dias atuais. As "aspas" do desenvolveu, existe porque inexiste a certeza deste desenvolvimento.
Este imaginável estudo antropológico, passaria certamente, pelos compêndios religiosos das religiões majoritárias nesta mesma humanidade, que via-de-regra, são estruturalmente "misóginas", ou machistas, para quem desconhece a amplitude da expressão: "MISOGINIA"! Em outras palavras, se houvesse desenvolvimento, "evolução" ou as religiões já teriam feito "um revisionismo" ou as pessoas de índole, "bons princípios", se afastado destas religiões.
Porém, ai porém, este machismo estrutural, sai das esferas das relações pessoas, vai não só para a política, mas, para as estruturações das superestruturas da sociedade, a política.
No golpe contra a presidenta Dilma, primeira mulher, e única, a chegar a tal posto, a esposa de seu vice, "golpista" e sucessor, a exploração do rótulo de "da mulher bela e recatada", justamente para se contrapor, com uma mulher que ousou ocupar o cargo mais alto da política nacional. É evidente, que ninguém seja unanimidade em nem contexto, nem nos seios familiares, logo, sempre há alguém não contente com os comportamentos de alguém. Porém, quando estes descontentamentos, saem das relações individuais e vão para o debate político, não é uma simples questão de disputa política, esta questão suplantaria, inclusive, "caso houvesse", a questão ideológica, mas, já é, absurdamente política, já que estamos falando mesmo é da dominação do homem, "macho", branco, rico e velho sobre os demais integrantes desta mesma sociedade. Mesmo quando há mulheres aparentemente "providas de autoridade", que usam desta suas aparentes autoridades, para a manutenção desta sociedade, quando não, pelas aparências que elas ostentam, lá no fundo, figuras femininas, que não rezem pela cartilha da dominação da sociedade pela mesma velha estrutura antropoligicamente misógina desta sociedade.
Foi assim com a presidenta Dilma, está sendo assim com a Janja, com a Gleisi, já com as mulheres que emprestam suas aparentes independências para vender a submissão feminina, estas, mesmo quando candidatas a dez longos anos de prisão, abandonam a autonomia, para esbanjar o vitimismo. As consequências incomodam, até as pessoas que fabricam incomodações.

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