Umas das obrigações de quem não quer pensar dentro da caixinha, é olhar com amplitude para as informações, mesmo que não tenha domínio sobre estas.
Pensar a política, querendo enxergar, por uma ótica moral, principalmente, quando esta ótica moral, é distorcida, por uma classe econômica, não necessariamente, a elite dominante, já que esta, especificamente, deveria pensar em dominar uma sociedade, que lhe permitisse mecanismos de amplitude de lucros, e este, é potencializado, quando há dinheiro circulando na economia, logo, para as elites, a fome, em si, não pode ser vista como um bom negócio. Já uma fração exploratória desta mesma elite, em nome de uma absurda e abusiva pauta moral, utiliza desta pauta, não só para lucrar, mas para ter uma grande distância entre as classes sociais, mesmo que isto reduza suas expectativas de lucros.
No caso específico do Brasil, onde há, por parte destas elites, um sabujismo exacerbado, esta pauta moral, além da manutenção do domínio político desta elite, qual, por uma completa inexistência de uma pauta de construção de pátria, estes setores, até dominante, via-de-regra, opta por saciar as questões "de balança econômica" das metrópoles, que realmente, se emancipar.
Para as elites brasileiras, que tinham no pré-sal, seu passaporte para o futuro, se hoje, abre-se, um outro passaporte, o petróleo da margem equatorial. Isto até pode ser o passaporte para o futuro, caso as elites realmente nacionais, vencem a batalha contra as elites entreguistas.

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