a) seria lágrimas de um bolzominin qualquer, ops, todos os bolzominins, são um bolzominin qualquer, já, que quem lucrou e lucra, com os bozos, além, deles mesmos, são os bozolóides, aqueles que tem a forma do bozo, mamam nos cofres públicos, exalando moralidade. Já, os bolzominins, meros idiotas, massa de manobra, sem eles, os bozos, não se criariam, e os bozolóides, inventariam um outro centrão.
Na base de tudo, está aquele ser abjeto, que arrota moralidade, mas, por sua infalível oposição à política, permite que os mesmos velhos facínoras de sempre, reinem absolutos num mundo de pessoas igualadas pelo grande sonho, de não terem sonhos.
Para que estas pessoas, tenham subtraídas de si, o direito de sonhar, elas são abastecidas, dos medos dos afortunados, o medo que os pobres adquiram consciência.
Este medo de nome: comunismo, e como toda e qualquer doenças, "sintomas", o medo do comunismo, aquele medo do pobre, em perder os bens que não possui, adquire entro o sintoma subjetivo, da perda da religiosidade. Ops, só que no entanto, esta religiosidade, é fundamentada na existência de um Deus único, que não só em tese, igualaria seus adeptos. Mas, o medo da perda dos bens inexistentes, é comparado ou elevado, a perda de uma possível morada no pós-morte. Então, os desafortunados, adquirirem, ainda que não tenham, algo a perder.
Tudo seria absurdamente simples, seria só nós abdicarmos da consciência e tudo bem. Só que a fome de lucro, eleva a destruição do planeta como a única fonte de matéria prima, não só para as necessidades humanas, não é, e nunca foi, inesgotável. É exatamente este o problema. Ou seja, mesmo que abdiquemos da consciência, onde mesmo e que iremos morar?

Nenhum comentário:
Postar um comentário