sábado, 15 de fevereiro de 2025

TOMO MDCCLVII - ENTRE A COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E O ACERTO NA COMUNICAÇÃO.


Muito provavelmente Emanoel, o Nazareno, tenha sido o primeiro, e um dos poucos a juntar o acerto e a assertividade nas comunicações. Não é claro, pela ótica dos hebreus, que até hoje, dois mil anos depois, não aceita bem as narrativas de um filho de Deus, feito homem.

Passados estes dois mil anos ainda há duas maneiras, radicalmente opostas, nesta comunicação cristã.

Falemos, primeiro, da comunicação assertiva, "que infelizmente, ocorre há muito pouco tempo" na história da humanidade. A parcela progressista da "religiões". Claro que "as aspas" é que não há, religiões cristãs, e sim, apenas denominações. 

A parte assertiva, desta comunicação, comunica, "os princípios cristãos, de compreensão, amor, de humanismo, de respeito", ainda que não atinja a maioria das pessoas "identificadas" como cristãs. Por outro lado, há o lado que acerta nas comunicações "cristãs" este lado, vende "um Cristo conservador, excludente, seletivo, vingativo e autoritário", no entanto, faz a cabeça, de grande parte desta "sociedade, principalmente, a parte desta sociedade, afeita a ideias nazi-fascistas". Ainda que não haja nada de cristã, nestas pregações, voltamos então, à não aceitação dos hebreus, para as pregações do Emanuel, o Nazareno, para embasar a aceitação dos tipos de comunicação desenvolvida pela parte conservadora das igrejas "ditas cristãs". Esta parte, sem fazer a comunicação assertiva, acerta profundamente nas comunicações.


Infelizmente, para as sociedades contemporâneas, a problemática, que, em tese, não teria nada de religioso e muito de política, o problema, é que desde sempre, as religiões, são ferramentas do poder político. E, é justamente esta contraposição entre o acerto das comunicações e a comunicação assertiva que moldam o embate político.


Não temos o direito de negar o acerto nas comunicações, da extrema direita, veja, por exemplo, a questão do Pix, eles, partindo de uma inverdade, fizeram o governo recuar, e governo, sem assertividade nas comunicações, apenas recuou. As mesmas distâncias entre as comunicações acertadas e as assertivas, que fizeram com que milhares de patriotários, atravessassem o país, "para fazer orações dentro dos edifícios sedes dos três poderes, em um dia que estes imóveis estavam fechados". Como a comunicação foi feita de maneira acertada, as pessoas, que cometeram o golpe de tentativa de golpe de Estado, se sentem perseguidas pela justiça. Se para qualquer pessoa em consonância com as faculdades mentais, acham ridícula, esta narrativa, não queiram discutir isto com um bolzominim, poderia até discutir, "sem um gravador ligado, com um bozolóide", mas, nunca com um bolzominim.


É, justamente, esta distância, que explica os índices de aprovação e de rejeição do governo federal, enquanto o Brasil tem os melhores indicativos possível, a percepção, pela inexistência de assertividade nas comunicações, não retratam esta realidade, em contrapartida, a narrativa que a gasolina a "R$10,00 com o salário mínimo de R$1.210,00 e mais barato que a mesma gasolina a R$5,70 com o mesmo salário mínimo de R$1.560,00" custa mais caro.


O governo federal, se não pela sobrevivência da gestão, mas, principalmente, pela defesa de valores humanísticos, precisamos urgentemente fazer uma comunicação, acertada e assertiva.

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