quarta-feira, 18 de junho de 2025

TOMO MD300LXXIX - DESNÍVEIS "INTELECTUAIS"


Nossa pergunta seria: o que leva a um pobre ser de direita? Certamente um pobre de direita responderia: são os valores conservadores que o grupo defende. Já que este conservadorismo, leva aos valores religiosos e tradicionais, ou seja, não pretende inovar, assim, não embarcando nestas "modernidades", muito menos com esta coisa de LGBT. 

Então confessaríamos, a sigla realmente é nova, a questão, no entanto, é tão antiga quanto a própria humanidade.


Se a desculpa moral, na verdade, não existe, quais o motivos, que as fazem ter tanta repercussão? Na prática os lucros proporcionados, não só na forma de dividendos políticos, para amplos setores da sociedade, que advinhem, ganhariam muito mais, com uma melhor distribuição dos bens gerados pela mesma sociedade.


Outro ponto, que inevitavelmente apareceria nesta hipotética pesquisa, seria a defesa das propriedades individuais, ou seja, a garantia que as coisas conquistadas pelo indivíduo, "iria com ele para o pós-morte". Peço desculpas, mas não consigo levar a sério tal possibilidade. Primeiro, porque o tal pobre de direita, está, inclusive defendendo seu direito de pagar aluguel para viver numa área que tornada particular, "inclusive" por invasão, legalizada com o passar do tempo, que os mantém, com condições de vida muito melhor que aquele que mensalmente paga para realmente viver ali.


Há, no entanto, uma questão, que aparecerá tão forte quanto as duas primeiras, as preocupações dos agrupamentos de direita com a segurança das pessoas, caso ousássemos perguntar o que causa as inseguranças, que justifiquem as necessidades de segurança. Quase nenhum pobre de direita seria a fome, e falta de perspectivas para uma vida considerada digna.

Responderíamos a este pobre de direita que é justamente sua opção por segurança que cria a insegurança, ou melhor, que o segura, em situação, inclusive de insegurança alimentar, que faz com que alguns de seus iguais acabem praticando pequenos crimes, que por eles, acabem nas prisões, onde têm contato com uma verdadeira universidade do crime, mas, mesmo cursando nesta inexistente universidade, muito dificilmente, serão os "bam-bam-bans" do crime.


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