Numa ditadura, um réu faz piada para com o magistrado, "juiz relator do seu processo", que educadamente responde: "Eu declino". Neste mesmo país, "hoje ditadura", quando era uma democracia, um juiz, "exemplo de retidão" faz conluio com o ministério público, para condenar sem provas, e ainda humilha o réu, condenando-o apenas para o afastar de uma disputa eleitoral. Aliás, de uma pleito onde este réu tinha um favoritismo inquestionável.
Já que aquela democracia, onde os juízes poderiam tripudiar em cima dos réus, já não existe, nem mesmo, quando o então presidente deste país, poderia ofender, inclusive, com palavras de baixo calão os profissionais da imprensa, principalmente se fosse mulheres, precisamos ter como base comparativa, uma outra plena democracia.
Na ditadura, ora vigente, no Brasil, uma ré condenada, numa instância superior, faltando apenas o período para "os embargos declaratórios" consegue fugir, sem ser admoestada, utilizando seu passaporte, já na democracia, de referência, para os democratas de cá, o governo tem, inclusive, o direito constitucional, de averiguar, as redes sociais, de pessoas que solicitam "vistos estudantil", já que esta democracia, não pode conviver com opositores.
Na ditadura brasileira, aquela mesmo, que quando, uma exemplar democracia, onde reinava a total liberdade de expressão e de opinião, aquele governante, que democraticamente, ofendia a parte da imprensa, que não lhe tecia loas diárias, no entanto, este mesmo governante, processava, quem lhe dirigia qualquer crítica.
Naquela democracia "referência mundial" um parlamentar da oposição foi algemado e preso, por questionar atitudes "democráticas do governo, que democraticamente", está reportando sem processo algum, imigrantes que vivem, que tem família constituída lá, que contribui com a economia, que paga impostos, ou seja, participam ativamente da vida diária daquela sociedade, plenamente democrática, já na ditadura, ora reinante, no Brasil, parlamentares, além de irem, para aquela democracia de referência, pleitear "sanções externas" utilizam as redes sociais, para espalhar fakes-news, "mentiras" sem ser processados pela ditadura de plantão, que insiste, para que o mesmo congresso, onde estes parlamentares, são ampla maioria, que aprove regulamentação, que impeça a veiculação de mentiras, pelas redes sociais. Como só as ditaduras, ousam, proibir mentiras e as democracias vivem, explorando estas mesmas mentiras, que a democracia, passou quatro anos, tentando postergar ilegalmente sua existência, mas, quando processados, aí, imaginem processar quem tenta dar um golpe de Estado, que tem como herói maior um torturador, tem se opôe a tortura, só pode ser um ditador.

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