MORREU MUKUZAWA ASHANGA
"UMA DAS ÚLTIMAS GUARDIÃS" DA LÍNGUA SAPARA"
Quando ouvimos um golpista, "ou um passador de panos para o golpe, que no fundo também é um golpista", dizer que não houve tentativa de golpe, naquele trágico "08/01/23". Pensamos, deve haver neste Brasil varonil, alguma língua falada por quase metade dos brasileiros, que simplesmente desconheço.
Nosso título da crônica de hoje traz uma pequena nota, qual informa a morte de uma indígena equatoriana, este falecimento, algo natural da vida, leva também, uma linguagem, algo, caso não haja gravação, ou escrita, pode simplesmente desaparecer.
Voltemos, à questão das distâncias dos portugueses falados no mundo real, "neste real" nenhuma apologia à monarquia. Nas na língua portuguesa, que nos foi ensinada formalmente, desde do primeiro ano do curso primário, é que, quanto um poder se propõe a desrespeitar o outro, indica uma ruptura institucional. Já na linguagem da extrema direita, isto é a mais plena demonstração de democracia, na linguagem, nos ensinada na escola, ostentar camisetas com a imagem de um torturador, diz, que quem a usa, não dá a mínima para os direitos humanos. Realmente, esta parcela da população, "que fala esta linguagem específica da extrema direita" que não liga o mínimo para os direitos humanos, para os seres humanos, no entanto, rociferam com as consequências legais, quando estes questionam suas atividades ilegais. Se o mero fato de vociferar, já é estranho, imagine quando ao reclamar, cometem outros crimes.
A "quase ex-parlamentar" de extrema direita, hoje espanhola fugitiva, que antes fôra, militante feminista, "inclusive abortista' convertida aos posicionamentos da extrema direita, opta, por tabela, por esta linguagem desconhecida, ao menos por este cronista, na linguagem desta "quase ex-parlamentar", para qual, invadir e perverter sites do "sistema nacional de justiça" é perfeitamente legal, já, investigar, julgar e condenar tal crime, é uma pura demostração de ditadura. Entre as ditaduras imaginadas na linguagem utilizada por esta fração, "da extrema direita" propor a interferência estrangeira no Brasil, "mesmo Brasil, que estes patriotários" dizem defender acima de tudo, pode, quando para saciar os golpistas ações daquele grupo da estranha linguagem, pode ser vilipendiado, desde que os falantes daquela linguagem específica. Para tal grupo, tudo pode, já, defender a constituição, isto não, isto nunca.

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