Talvez minha alma rebelde,
Junta-se estas minhas duas almas,
Daí, uma outra minha alma,
A tangida pela luz da ciência,
Iria buscar saberes, "saberes cotidianos",
Estão esta minha alma,
A tangida pela ciência, saberia da necessidade d'água.
Então, aquela minha outra alma, a tangida pela ciência,
Mas, não pela ciência biológica, mas, sim, pela ciência histórica,
Saberia dos tempos das ocupações,
"Advindas" pela invasão,
Que então, o sertanejo lá deixado para subviver,
Precisa, não de apenas sobreviver,
Mas, de viver com dignidade. (A S)
O império sabia das necessidades da transposição do velho Chico, o império, fez muito pouco daquilo que era necessário, quando fez, o fez com dinheiro "dívida externa", inglês, metrópole soberana da época, tudo que império fez, além do dinheiro, fez com o "knohal" "dependência tecnológica inglesa, "neste caso engenharia, então como cultura inútil, é exatamente por isto que os trens, trafegam na contra mão.
A fé do homem simples, "homem sertanejo",
Sempre acreditou cegamente na fé de São José,
Então, no "19/03", as águas de março,
Que fecham o verão,
Na música do Tom,
Banharia de fertilidade o sertão,
Então, a terra fértil, daria macaxeira,
Uma verdadeira fruta-pão,
Que mesmo sendo raiz,
Seria eterna até o fim do próximo braseiro,
Típico do verão brasileiro.
Afastando deste povo,
A infernal fome, quando noutro dia do santo padroeiro,
A fava e a farinha da fruta pão,
Era tudo que o sertanejo comeria. (S S).
Em mais golpe, dos muitos golpes da história deste país, foi-se o império devedor, ficou para a república as dúvidas, "perduraram por mais de um séc, drenando além do orçamento, drenava e fazia aumentar as dúvidas, inclusive, a da transposição. Na virado do segundo séc, após aquele golpe republicano, um sertanejo retirante, foi feito desta enorme e golpeada no nação, não é que retirante sertanejo, foi eleito presidente, duas dúvidas, então, como num passe de mágica, deixaram de assombrar a nação, (a dúvida equacionada e a transposição, quase terminada), o tal sertanejo retirante, que passou a vida criminalizado, respeitou a constituição, passou então o bastão, mas outro golpe, cassou da sucessora o mandato, um outro golpe arquitetado, o mandou novamente à prisão, 580 dias de cana.
Como paga pela transposição, a velha elites golpista, elegeu o capetão, cessou inclusive transposição, cessou também toda evolução, o país do golpe, foi golpeado, muito além da constituição, foi golpeado também no amor próprio, o roubo de jóias virou virtude, um outro golpe obrigação. Porém, nem um outro golpe, "este ardilosamente", confesso felizmente, os arquitetos deste novo golpe, tiveram uma capacidade digna do personagem do desenho infantil "Cebolinha", isto não apaga a golpista tentativa.
Dois anos e meio depois da volta do criminalizado retirante sertanejo, as águas molham o canal do Apodi.
(A S: Anesino Sandice; S S: Santo Semfé)
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