Aprendemos e desaprendemos algumas contratações, dentre estas, que utilizar músculos os fortalecem, portanto quanto mais utilizamos os músculos mais os fortalecemos.
Em contrapartida, que para rir, "quanto utilizamos menos músculos", é mais fácil que chorar. Putz, olhando para um bebê, os risos deles, que nos faz rir, são tantos, que a gente lembra apenas de alguns, já os choros, aqueles associados a desconfortos, "também incontáveis" a gente aprende a minimizar, evitar, impossível, já os acidentais, por mais que tentemos evitar, muitas vezes acontecem, a por mais que tentemos, pequenos acidentes acontecem e, vê-los chorar, dói muito mais em nós. Assim dificilmente esquecemos.
A população brasileira, "em sua grande maioria", age exatamente como uma criança sem controle dos impulsos físicos, só que estes tais impulsos físicos da população brasileira adulta, se materializa na hora do voto.
Mesmo que não queiramos falar em defesa própria, "também perdi familiar para a covid", as famílias de bolzominins que tiveram perdas, simplesmente, esqueceram suas dores, e continuam bolzominins, se até aqui, já é injustificável imaginar, imaginem as filas do "osso"?
Se as filas do osso, "fosse os únicos penar" imposto pelo o ex-despresidente, não, não foram. Há também centenas de condenados à prisão, que parecem estar com dificuldade de "fazer cair a ficha", ainda acusam a vítima, a nação brasileira, pelos crimes cometidos pela corja bolsonarista contra o estado democrático de direito, como a democracia para os bolzominins, é aquela vivenciada agora nas terras do Tio San, onde se investiga os discordantes, "que nem chegam a ser oposição", ah, investigam, perdem e até deportam, porém, os apoiadores tupiniquins do ditador eleito, pela idiotaria yanque, tão idiotas quanto os idiotas tupiniquins. Pois é, os idiotas tupiniquins, defendem as deportações de seus apoiadores, que migraram à busca dos hipotéticos "potes de ouro" no fim do arco-íris.
Se lá nos EUA, não tem SUS, a tiurma, apoiadora do Inelegível, vota, em nome de suas idiotices, para reduzir o tamanho do estado, sem querer imaginar, que dentro desta redução do estado, estaria inclusive, a extinção do SUS, assim como está a terceirização, "passo para a privatização" da educação. É exatamente neste ponto, em que os risos de uma hipotética vitória, quando efetivada, será o enredo dos choros, pelas contas que serão pagas, quando tudo estiver privatizado.
Nesta hora, quando estiver tudo privatizado, as economias musculares, pois utilizamos apenas doze músculos para rir, desapareceram, e entrarão em ação, quarenta e sete músculos, que são necessários para o choro. O grande diferença, é que nos acidentes infantil, há como prevenir e até eliminar condições de risco, já, quando perdermos o SUS, isto será irreversível. Para quem pense que isto é divagação deste cronista. O cara do posto, quando ministro da economia do inimaginável, tentou, só não conseguiu.

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