segunda-feira, 6 de abril de 2026

TOMO MMCLXXI A DITADURA DAS MINORIAS, NO ALMOÇO DE PÁSCOA


 As Ditaduras Invisíveis

Claro, o tema principal não é exatamente esse, mas passa por ele. Antes de chegarmos à discussão maior, há uma outra ditadura — a de uma minoria bem diferente das que costumam dominar os almoços familiares e tornar qualquer conversa indigesta. Falo dos bolsonaristas ambientais, aqueles seres abjetos que acham que esquina é lugar de descarte de tudo o que não serve mais. Quando confrontados, ameaçam, riscam carros e se comportam como donos da rua.

TOMO MMCLXXII CUSTOS DAS "IGNORÂNCIAS" OS VISÍVEIS E OS IMAGINÁVEIS

 


Entre a Lua e o Asfalto

Ontem, domingo de Páscoa, 5 de abril de 2026, vi uma postagem mostrando uma ilustração do percurso da nave Artemis II. A imagem, claro, é apenas imaginável. Mas basta sair à rua — em qualquer cidade, até nas economias mais centrais — para ver algo bem real: pessoas vivendo em situação de rua.

TOMO MMCLXX NUMA ELEIÇÃO QUE DECIDE O FUTURO DO BRASIL,

 


A DISPUTA SERÁ: ENTRE O FUTURO, COM O VELHINHO DE VERMELHO E UM JOVEM BORRA-BOTAS!

domingo, 5 de abril de 2026

TOMO MMCLXIX ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA


Das minhas lembranças de Sexta-feira Santa, guardo uma cena vívida: o tapa seguido de um pedido de perdão. Meu pai, ajoelhado, olhos marejados. O motivo? Eu havia perguntado se aquele dia teria mais horas. Nem sabia ainda que um dia tem vinte e quatro.

sábado, 4 de abril de 2026

EUA e de Israel fizeram ataques contra 30 universidades no Irã

O ministro da Ciência, Pesquisa e Tecnologia do Irã, Hossein Simaei-Sarraf, afirmou no sábado que mais de 30 universidades iranianas foram atacadas diretamente pelos Estados Unidos e por Israel desde o início da guerra no final de fevereiro.

Ele falou sobre isso em uma reunião com repórteres durante uma visita à Universidade Shahid Beheshti em Teerã, capital iraniana, uma instituição de ensino que foi alvo de um ataque aéreo lançado na sexta-feira pelos Estados Unidos e Israel, informou a agência de notícias semioficial Tasnim.

Simaei-Sarraf indicou que cinco professores universitários e mais de 60 estudantes perderam a vida em consequência dos ataques, descrevendo as ofensivas contra a infraestrutura iraniana como "crimes contra a humanidade".

Este incidente ocorre em meio à escalada das tensões regionais após os ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra o Irã, que começaram em 28 de fevereiro. O Irã respondeu com ataques de mísseis e drones contra interesses israelenses e americanos em países de toda a região.

Irã permite que navios iraquianos cruzem livremente o Estreito de Ormuz.


O Irã anunciou no sábado que navios iraquianos podem cruzar o Estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica praticamente bloqueada por Teerã desde o início da guerra no Oriente Médio, no final de fevereiro.

"Anunciamos que o Iraque, nosso país irmão, não está sujeito às restrições que impusemos no Estreito de Ormuz e que essas restrições se aplicam apenas a países inimigos", declarou Ebrahim Zolfaghari, porta-voz do comando das forças armadas iranianas, conforme citado pela televisão estatal.


O BOLSONARISMO 2.0, OU A VOLTA DOS QUE NÃO FORAM

A essa altura da vida os companheiros do PT já deveriam ter percebido que não importa o estado da economia sob a perspectiva do capitalismo. Pouco importam os índices macroeconômicos.

TOMO MMCLXVIII RAZÕES PARA TANTAS IDIOTICES


Quando tentamos entender certas tolices — sobretudo as políticas — percebemos como elas seduzem muitos religiosos que se dizem cristãos, mas defendem ideias contrárias a tudo o que Cristo pregou.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Imigrantes nos EUA são enviados para países desconhecidos e deixados em um limbo.

Mais de 13 mil migrantes, incluindo brasileiros, que viviam legalmente nos Estados Unidos, aguardando a resolução de seus pedidos de asilo, de repente se viram diante de ordens de deportação para um "terceiro país", destinos com os quais a maioria não tinha nenhum vínculo, segundo a organização sem fins lucrativos Mobile Pathways, que promove a transparência nos procedimentos de imigração.

No entanto, poucos foram deportados, apesar da pressão da Casa Branca para expulsar um número crescente de imigrantes. Devido a mudanças inexplicáveis ​​na política dos EUA, muitos agora estão presos em um limbo imigratório, sem poder defender seus pedidos de asilo no tribunal e sem saber se serão algemados e colocados em um voo de deportação para um país que nunca viram.


Entre os milhares de casos, estão: o do afegão que fugiu do Talibã e buscou refúgio no interior do estado de Nova York quando as autoridades de imigração dos EUA ordenaram sua deportação para Uganda; e o da cubana que trabalhava em um restaurante Chick-fil-A no Texas, que foi presa após um pequeno acidente de trânsito e informada de que seria enviada para o Equador.

Há o mauritano que vive em Michigan e foi informado de que teria que ir para Uganda, a mãe venezuelana em Ohio que foi informada de que seria enviada para o Equador, e os bolivianos, equatorianos e tantos outros em todo o país que receberam ordens de deportação para Honduras.

Alguns estão detidos, embora o número exato seja incerto. Todos perderam suas autorizações de trabalho, um direito que a maioria possuía enquanto seus pedidos de asilo estavam sendo processados, o que agrava a preocupação e o medo que se espalharam pelas comunidades migrantes.

A taxa de concessão de asilo sugere que 91,7% dos pedidos de brasileiros não atendem ao padrão legal de "fundado receio de perseguição" com base em  opinião política. No entanto, as regras exigem que a agência reconheça que o temor do peticionário em relação ao governo Lula é real; portanto, eles não podem ser enviados de volta ao Brasil e foram colocados na lista de deportação para a Argentina e Honduras.

“O objetivo desta administração é incutir medo nas pessoas. Esse é o principal propósito”, disse Cassandra Charles, advogada sênior do National Immigration Law Center, que tem combatido a agenda de deportação em massa do governo Trump.

De acordo com ativistas, o medo de ser deportado para um país desconhecido pode levar os afetados a abandonar seus pedidos de imigração e decidir retornar aos seus países de origem.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

TOMO MMCLXVII A DITADURA QUE NUNCA MORRE


As ideias de exceção são sempre as mais brutais, e não param por aí: elas ainda inventam apoios. Quem apoia ditadura? Só quem lucra com ela, que não liga para os sadismos dos sociopatas que usam a força do Estado para se beneficiar. E tem também os idiotas de plantão, que por preguiça de pensar, acreditam que questionar vai contra a vontade do tal deus deles. Para esses, o "livre-arbítrio" que esse deus teria dado é só para dizer amém.

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