sexta-feira, 26 de junho de 2026

TOMO MMCCLIII NECESSIDADES: DESESVANGELISTAR O EVANGELISTÃO


Vivemos em um mundo onde o crime se apossou de tudo — das ruas, das instituições e até das estruturas religiosas.

Quando se fala em crimes dentro das igrejas, quase sempre alguém menciona as acusações de pedofilia. Mas há outro tipo de crime, mais silencioso e persistente: o crime contra a natureza humana, aquele que impõe a negação da sexualidade. Se quiséssemos focar no comportamento sexual das crenças religiosas, mergulharíamos na abstinência moral pregada pelas comunidades evangélicas dos anos cinquenta e sessenta no Brasil. No entanto, o foco aqui não é o crime de matar a sexualidade, nem as reações naturais a essa imposição.

O crime de que falo é o crime comum — aquele que busca lucro econômico. Só que, nos tempos atuais, o crime comum se transformou em crime organizado. E o crime organizado só existe quando há participação de agentes públicos. Estamos, portanto, falando de milícias — estruturas defendidas pelos “bozos” e seus seguidores, os “bozolóides”, enquanto os “bolzominiuns”, sem entender o que realmente apoiam, batem palmas entusiasmadas e apontam o dedo acusador quando alguém fora desse grupo pratica as mesmas ações criminosas.

O crime aqui é o da estrutura do Estado a serviço de um grupo no poder, que usa as instituições religiosas como instrumento de prática criminosa.

Os recentes escândalos envolvendo igrejas evangélicas e bancos — com descontos associativos e empréstimos fraudulentos — não são novidade. Pedir pena de morte, segundo a lógica de quem pregou oferecer a outra face, também deveria ser considerado crime.

Mas, afinal, crime só é crime quando cometido por adversários? Impor uma “castração moral” da sexualidade também é crime.

Adão Alves dos Santos

P.S.: Mesmo que o conceito moral, e o contexto social, insistam em ignorar que essa realidade existe.

É CRIME! É CRÍVEL?


Houve três crucificados, 

Cena comum, do império romano, não!


Romano, era o império do mundo conhecido, 

Crucificar, era prática praticada na terra!

Pasmem, santa, prática, contra a qual?

O filho de deus se revelou,

Rebelou, não se debelou, 

E, por ter, também contra isto, se debelado,

A condenação era inevitável. 


O Cristo dos cristãos, foi criminalizado!


O crime de Cristo, foi se debelar,

Depois de ter se revelado, 

Contra o crime do Estado!


Os dois outros crucificados, ladrões, 

Um destes, arrependido:

Mas, o Estado, se arrependeu?

Os herdeiros deste Estado, ainda "premem",

Por Estado, "sociedade" que mate!


Santo Semfé

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