A Rússia inaugura o SPIEF com sete trilhas temáticas; evento deve atrair cerca de 20.000 participantes.
O 29º Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (SPIEF), que acontece de quarta a sábado e espera atrair cerca de 20.000 participantes de mais de 100 países, está em andamento em São Petersburgo, na Rússia.
O fórum conta com sete eixos temáticos e mais de 170 diálogos, discursos e sessões de discussão. Mais de 300 eventos empresariais também estão programados, incluindo consultas a portas fechadas, mesas-redondas temáticas e cafés da manhã de negócios, informou a agência de notícias Xinhua.
O assessor presidencial russo Yuri Ushakov afirmou na terça-feira que a sessão plenária do fórum está marcada para sexta-feira, com a presença esperada do presidente russo Vladimir Putin, que deverá discursar, segundo a Xinhua.
Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China anunciou na terça-feira que, a convite dos governos da Federação Russa e da República da Bielorrússia, o vice-presidente Han Zheng viajará à Rússia de quinta-feira a 8 de junho para participar do 29º Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo e também visitar a Bielorrússia.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, declarou em uma coletiva de imprensa realizada no mesmo dia que o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo é uma plataforma importante para discussões sobre governança econômica global e para a construção de consenso sobre cooperação internacional. O tema do fórum deste ano é "Diálogo Pragmático: o Caminho para um Futuro Estável", o qual é de grande relevância. A China espera trabalhar com os demais participantes para fortalecer a comunicação, aumentar a confiança mútua, praticar o multilateralismo e construir um sistema de governança global mais justo e equitativo, acrescentou Mao.
"A China é o principal parceiro econômico e comercial da Rússia, e nossa cooperação está se desenvolvendo em ritmo acelerado", afirmou o embaixador chinês na Rússia, Zhang Hanhui, segundo o site oficial do fórum.
Observadores notaram que a cooperação bilateral entre a China e a Rússia se expandiu de forma abrangente, tanto em amplitude quanto em profundidade, estendendo-se não apenas ao campo econômico, mas também às áreas política, cultural, humanitária e social.
Além da programação principal de negócios, fóruns empresariais da Organização de Cooperação de Xangai (OCX) e do BRICS, o fórum consultivo regional "Business Twenty" (B20), o Fórum de Pequenas e Médias Empresas, o Fórum de Indústrias Criativas, o Fórum de Segurança Farmacêutica e o fórum da juventude "Dia do Futuro" são organizados paralelamente ao SPIEF, afirmou Ushakov.
Nos últimos anos, a diplomacia de Moscou tem se voltado cada vez mais para um engajamento mais profundo com o Sul Global e as economias emergentes, de acordo com Zhang Hong, pesquisador do Instituto de Estudos Russos, do Leste Europeu e da Ásia Central da Academia Chinesa de Ciências Sociais.
Notavelmente, os EUA enviaram uma delegação oficial ao Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo deste ano pela primeira vez em vários anos, de acordo com diversos veículos da mídia russa. A delegação é liderada por Rodney Mims Cook Jr., presidente da Comissão de Belas Artes dos EUA. Cook, que supervisiona o projeto de expansão do salão de baile da Casa Branca, consta como chefe da delegação oficial dos EUA no fórum, observou a Reuters.
Cook é o primeiro representante dos EUA a participar do fórum desde 2017/2018, informou a Reuters, citando o Kremlin.
Segundo a agência de notícias TASS, Cook estará entre os participantes da sessão "Rússia-EUA: Diálogo de Culturas", que está programada para ocorrer na quinta-feira.
Zhang também destacou outro acordo importante no fórum deste ano. De acordo com o canal de televisão estatal russo Rossiya-24, citando Ushakov, a Arábia Saudita será o país convidado na edição de 2026.
A delegação do país será liderada pelo Príncipe Abdulaziz bin Salman Al Saud, Ministro da Energia.
"Aproximadamente 200 representantes de departamentos e instituições-chave do Reino da Arábia Saudita, bem como de bancos e da Saudi Aramco, participaram do evento", afirmou Zhang, segundo a reportagem.
"Como uma potência líder no Oriente Médio e membro fundamental da OPEP, a Arábia Saudita desempenha um papel importante nos mercados globais de energia e no cenário geopolítico da região", disse Zhang. "Ao escolher a Arábia Saudita como país convidado, a Rússia busca fortalecer sua influência no Oriente Médio e consolidar suas parcerias regionais, além de aproveitar a riqueza soberana saudita para atrair investimentos e aprofundar a cooperação em áreas como energia e manufatura. A decisão reflete tanto considerações geopolíticas quanto as necessidades de recuperação econômica da Rússia."
Espera-se que os acordos assinados no fórum totalizem entre 6,4 e 6,5 trilhões de rublos (US$ 81 a 83 bilhões), principalmente nos setores de infraestrutura, energia e inteligência artificial, de acordo com especialistas citados pelo jornal russo Izvestia.
Lançado em 1997, o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo se tornou um dos fóruns econômicos internacionais mais importantes da Rússia.
O fórum conta com sete eixos temáticos e mais de 170 diálogos, discursos e sessões de discussão. Mais de 300 eventos empresariais também estão programados, incluindo consultas a portas fechadas, mesas-redondas temáticas e cafés da manhã de negócios, informou a agência de notícias Xinhua.
O assessor presidencial russo Yuri Ushakov afirmou na terça-feira que a sessão plenária do fórum está marcada para sexta-feira, com a presença esperada do presidente russo Vladimir Putin, que deverá discursar, segundo a Xinhua.
Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China anunciou na terça-feira que, a convite dos governos da Federação Russa e da República da Bielorrússia, o vice-presidente Han Zheng viajará à Rússia de quinta-feira a 8 de junho para participar do 29º Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo e também visitar a Bielorrússia.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, declarou em uma coletiva de imprensa realizada no mesmo dia que o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo é uma plataforma importante para discussões sobre governança econômica global e para a construção de consenso sobre cooperação internacional. O tema do fórum deste ano é "Diálogo Pragmático: o Caminho para um Futuro Estável", o qual é de grande relevância. A China espera trabalhar com os demais participantes para fortalecer a comunicação, aumentar a confiança mútua, praticar o multilateralismo e construir um sistema de governança global mais justo e equitativo, acrescentou Mao.
"A China é o principal parceiro econômico e comercial da Rússia, e nossa cooperação está se desenvolvendo em ritmo acelerado", afirmou o embaixador chinês na Rússia, Zhang Hanhui, segundo o site oficial do fórum.
Observadores notaram que a cooperação bilateral entre a China e a Rússia se expandiu de forma abrangente, tanto em amplitude quanto em profundidade, estendendo-se não apenas ao campo econômico, mas também às áreas política, cultural, humanitária e social.
Além da programação principal de negócios, fóruns empresariais da Organização de Cooperação de Xangai (OCX) e do BRICS, o fórum consultivo regional "Business Twenty" (B20), o Fórum de Pequenas e Médias Empresas, o Fórum de Indústrias Criativas, o Fórum de Segurança Farmacêutica e o fórum da juventude "Dia do Futuro" são organizados paralelamente ao SPIEF, afirmou Ushakov.
Nos últimos anos, a diplomacia de Moscou tem se voltado cada vez mais para um engajamento mais profundo com o Sul Global e as economias emergentes, de acordo com Zhang Hong, pesquisador do Instituto de Estudos Russos, do Leste Europeu e da Ásia Central da Academia Chinesa de Ciências Sociais.
Notavelmente, os EUA enviaram uma delegação oficial ao Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo deste ano pela primeira vez em vários anos, de acordo com diversos veículos da mídia russa. A delegação é liderada por Rodney Mims Cook Jr., presidente da Comissão de Belas Artes dos EUA. Cook, que supervisiona o projeto de expansão do salão de baile da Casa Branca, consta como chefe da delegação oficial dos EUA no fórum, observou a Reuters.
Cook é o primeiro representante dos EUA a participar do fórum desde 2017/2018, informou a Reuters, citando o Kremlin.
Segundo a agência de notícias TASS, Cook estará entre os participantes da sessão "Rússia-EUA: Diálogo de Culturas", que está programada para ocorrer na quinta-feira.
Zhang também destacou outro acordo importante no fórum deste ano. De acordo com o canal de televisão estatal russo Rossiya-24, citando Ushakov, a Arábia Saudita será o país convidado na edição de 2026.
A delegação do país será liderada pelo Príncipe Abdulaziz bin Salman Al Saud, Ministro da Energia.
"Aproximadamente 200 representantes de departamentos e instituições-chave do Reino da Arábia Saudita, bem como de bancos e da Saudi Aramco, participaram do evento", afirmou Zhang, segundo a reportagem.
"Como uma potência líder no Oriente Médio e membro fundamental da OPEP, a Arábia Saudita desempenha um papel importante nos mercados globais de energia e no cenário geopolítico da região", disse Zhang. "Ao escolher a Arábia Saudita como país convidado, a Rússia busca fortalecer sua influência no Oriente Médio e consolidar suas parcerias regionais, além de aproveitar a riqueza soberana saudita para atrair investimentos e aprofundar a cooperação em áreas como energia e manufatura. A decisão reflete tanto considerações geopolíticas quanto as necessidades de recuperação econômica da Rússia."
Espera-se que os acordos assinados no fórum totalizem entre 6,4 e 6,5 trilhões de rublos (US$ 81 a 83 bilhões), principalmente nos setores de infraestrutura, energia e inteligência artificial, de acordo com especialistas citados pelo jornal russo Izvestia.
Lançado em 1997, o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo se tornou um dos fóruns econômicos internacionais mais importantes da Rússia.

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